A data exata será publicada entre abril e maio de 2018.

As obras que atravessam a cordilheira central da Colômbia e que incluem o túnel La Línea, devem estar operando completamente em princípios de 2019. A data exata será publicada entre abril e maio de 2018, momento no qual o Instituto Nacional de Vias do país (Invías) terá uma reposta de quanto tempo de prorroga deverá dar a empreiteira, Consórcio La Línea, responsável pelo projeto e que é conformada pelo Concocreto e o CSS Construtores.

Tunel la linea

Túnel La Línea

Mesmo que o Invías espera que a entrega das obras seja adiantada de setembro para julho, esse cenário é pouco provável. Por outro lado, mesmo que o prazo será maior do que o esperado, os trabalhos entre Calarcá e Cajamarce avançam a um bom ritmo. “Por exemplo, o túnel piloto tem 92% de avanço e ficará pronto em março, da mesma forma o permutador de Versalles tem 76% de avanço e será entregue em abril de 2018, junto com 4 quilômetros adicionais de rodovia”, afirmou Carlos García, diretor do Invías.

Em tanto, 500 pessoas estão adiantando os trabalhos que ainda faltam, porém, essa cifra representa somente um quarto do total de trabalhadores que o túnel deve chegar a ter. Tudo isso com o objetivo de faturar U$ 10 milhões ao mês, o que permitirá que quatros novas pontes sejam construídas, entre elas a Platanera, Puente Seco e Cafetal. De fato, a empreiteira já tem abertas 24 vagas desde setembro passado, e desde agora até 23 de janeiro serão iniciadas obras em 12 novos pontos; duas no túnel principal; quatro no módulo 1 (Quindío) e mais seis no módulo 2 (Tolima). “Vale a pena lembrar que este projeto não é somente o túnel principal, abrange também túneis de menor tamanho e viadutos, que também precisam de tempo para sua execução”, disse García.

O módulo 1 tem 923 metros de túneis curtos, 1.804 de pontes e 6.793 de via em superfície; o módulo 2 tem cifras de 2.279 metros de túneis curtos, 2.198 de pontes e 4.409 de vias em superfície. Em paralelo, o Invías também tem contratado o abastecimento, instalação e arranque dos equipamentos eletromecânicos, por um valor de U$122 milhões. O dono do contrato é a União Temporal Disico- Comsa- Gyc, integrada pelas firmas Comsa Colombiana (25%), Comsa S.A Unipessoal (1%), Disico (37%) e Engenharia e Telemática (37%).