La tecnología de monitoreo remoto es ahora una parte integral del mercado de alquiler de generadores

La tecnología de monitoreo remoto es ahora una parte integral del mercado de alquiler de generadores, mientras que los fabricantes están aumentando la adaptabilidad y la eficiencia en otras áreas tamb

Uma das maiores empresas provedoras de energia temporária, a Aggreko vem afirmando que seu novo sistema Aggreko Remote Monitoring (ARM) representa o próximo passo na evolução de sua tecnologia de diagnóstico de equipamentos, oferecendo serviços completos e em tempo real de supervisão de equipamentos remotos 24 horas por dia, 365 dias por ano.

Inicialmente desenvolvido para localidades remotas da Irlanda e do Reino Unido, o sistema ARM utiliza a tecnologia GPS para transmitir dados em tempo real de seus geradores inteligentes a softwares de diagnóstico, proporcionando informação para maximizar a eficiência do equipamento e o tempo de execução enquanto opera nas obras dos clientes.

Destaca-se aí o Centro de Operações Remotas (ROC) da Aggreko, onde uma equipe de 15 pessoas, com experiência no serviço, monitora o equipamento de forma pró-ativa durante todo o dia, e ativa respostas imediatas e coordenadas sempre que seja necessário.

“Nossos engenheiros especialistas supervisionam continuamente nossa frota de geradores, vigilando problemas de manutenção, níveis de combustível, cargas, horas de funcionamento ou qualquer outro sinal de advertência”, afirma Chris Rason, diretor de vendas e marketing da Aggreko para Norte da Europa. Isso permite uma resposta rápida com solução personalizada para qualquer potencial problema.

“Estamos muito felizes de trazer este serviço a nossos clientes britânicos e irlandeses. O ARM permite à Aggreko ter visibilidade completa das condições de desempenho, e assim evitar aos clientes tempos de inatividade e custos imprevistos. O ARM dá aos clientes a tranquilidade de que estamos vigiando seu equipamento para assegurar um ótimo rendimento, permitindo-lhes concentrar em suas operações críticas”, afirma o executivo.

Além disso, os clientes podem solicitar informes sobre o tempo de execução, o rendimento e o consumo de combustível de seus equipamentos, melhorando a transparência da informação e os informes de indicadores essenciais sobre o rendimento. O ARM atualiza constantemente também os mapas de localização de todos os geradores Aggreko, dando uma visão geral da frota de um cliente de locação, o que lhe permite ter mais segurança.

Mas a Aggreko não é a única. Muitos outros fabricantes também estão desenvolvendo novas tecnologias de monitoramento remoto, e alguns as estão oferecendo já como elemento padrão em seus geradores.

A JCB Power Products é um exemplo disto. A marca inglesa está mirando diretamente o mercado de locação com sua nova gama de geradores RS, que será apresentada nos próximos meses, cobrindo saídas de potência de entre 20kVA e 220 kVA, e eventualmente chegando até 2000kVA. A nova série sucede a linha QS de geradores, que também pode se adaptar para o uso da locação.

Os grupos geradores RS contam com uma robusta base ‘skid’ de trabalho pesado com tanques de combustível para 12 horas, corpo de aço especificado para a locação, e reentrâncias de levantamento tanto individuais como para garfos pallet. Também são oferecidos alternadores e opções de controle de locação, incluindo sincronização, junto com o sistema telemático LiveLink da JCB.

O LiveLink proporciona informação sobre o rendimento do gerador, como a carga, o tempo de inatividade e os dados de horas de trabalho. Com o sistema, os gestores de frota têm uma solução remota que ajuda a planejar as manutenções preventivas e facilita diagnóstico rápido de falhas em caso de tempo de inatividade não programada.

Com capacidades de localização, oferece maior segurança sobre os ativos e proporciona aos gestores de frota os meios de equilibrar o melhor uso de frota em resposta à operação em tempo real.

Os menores modelos da linha, com saídas de 20kVA a 45kVA, são alimentados por motores diesel Kohler, enquanto os modelos de 60kVA a 131kVA e 160kVA a 200kVA vêm com motores Dieselmax da própria JCB. Já os modelos maiores, de 300 kVA a 500 kVA estão equipados com Volvo, enquanto os geradores com saídas de 800 kVA a 2000 kVA são acionados com motores diesel Cummins. A gama também inclui motores Stage IIIA para se adaptar a todas as regiões reguladas.

Um isolador de bateria, proteções para evitar vazamentos para o solo e uma caixa de tomadas para conexão fácil são algumas de suas especificações. Para facilitar o movimento e evitar danos durante o transporte, estes geradores têm um único ponto de elevação para guindastes, e reentrâncias para garfo pallet integradas no chassi.

A Teksan também oferece ferramentas de monitoramento remoto para seu novo sistema gerador híbrido a diesel e bateria – descrito como uma fonte de alimentação elétrica completa. Os modelos TJ750 HD-PE, TJ500 HD-PE, TJ2500 HD-PE e TJ4000 HD-PE contam com motores Perkins e bancos de bateria DC, e estão projetados para satisfazer uma ampla gama de necessidades de energia em telecomunicações, agricultura e projetos de construção pesada. Também se pode integrar a painéis solares e turbinas eólicas.

A companhia desenvolveu um sistema de gestão de baterias que carrega cada grupo de baterias independentemente. Além disso, faz o acompanhamento de cada grupo de baterias, mantendo carga simétrica e o sistema funcionando em caso de problema. A Teksan afirma que seu gerador híbrido pode oferecer até 65% de economia de combustível.

Mirando a locação

A Himoinsa também adaptou os geradores especificamente para as empresas de locação, com a nova versão de carroceria de seus geradores a gás GLP, que incorporam armazenamento suficiente para 24 horas de funcionamento contínuo. Os grupos também podem ser usados com gás natural através de conector externo, o que aumenta ainda mais a adaptabilidade.

A Himoinsa afirma que as vantagens do uso de gás para os geradores incluem menores custos de combustível e manutenção, menores emissões e menor risco de roubo de combustível.

Os modelos HRGP 25 T5 LPG, HRGP 40 T5 LPG e HRGP 60 T5 LPG oferecem 25kVA, 40kVA e 60kVA de potência contínua, respectivamente. Também se podem conectar a um tanque externo para estender seu funcionamento autônomo durante o tempo que se desejar. Os tanques integrados estão certificados para GLP de veículos, o que os torna uma opção versátil para o setor de locação, onde, segundo a Himoinsa, existe uma grande demanda por equipamentos fáceis de transportar e que possam ser recarregados com uma bomba de GLP num posto comum.

Por sua vez, a Atlas Copco ampliou sua gama de geradores QES, duplicando o tamanho da linha com seis novos modelos: QES 60, QES 85, QES 105, QES 120, QES 150 e QES 200.

Os novos geradores, que vão de 60 a 200kVA, se baseiam no sucesso da linha inicial QES, lançada em 2015 com cinco modelos entre 9 e 40kVA.

A linha QES tem como objetivo proporcionar uma solução de energia prática e confiável para os locais de trabalho mais difíceis aos usuários da construção em geral e da locação. Todos os novos geradores operam a 50Hz ou 60Hz (com kit opcional) e cumprem com as normas de emissões Stage 3A.

Os equipamentos QES foram submetidos a um extenso procedimento de fabricação e testes para assegurar sua resiliência em climas adversos. O corpo seguro e resistente à corrosão repele qualquer líquido, incluindo chuvas fortes, e também resiste a calores extremos. Outro elemento essencial do projeto é sua facilidade de operação, já que é um gerador plug-and-power que elimina os problemas de ignição.

“Gostamos de dizer que a linha QES é à prova do clima”, diz Ángel Nieto, gerente de marketing de produtos para geradores de locação e construção. “Ao colocar mais potência, estas adições dão maior mais alcance para os clientes nos mercados de construção e locação, que simplesmente querem geradores confiáveis e fáceis de usar e transportar para o local onde se os necessite”.

As características padrão da linha QES expandida incluem controladores manuais de ignição, carroceria livre de vazamentos com reentrâncias para garfo pallet e vigas para elevação, pontos de drenagem externos e portas grandes, para facilitar o acesso durante o serviço. Entre os opcionais, estão um carregador de bateria e um interruptor de corte, conexão externa ao tanque de combustível e a funcionalidade de ignição a frio. Os novos modelos de 60 a 200kVA estão equipados com motores John Deere. Os modelos entre 9 y 40kVA têm motores Kubota.

À série QES se acrescentam os geradores móveis de alta performance QAS, que este ano também se ampliou com o lançamento do QAS 630. Além disso, os equipamentos de maiores dimensões da Atlas Copco agora têm o Twinpower, um sistema que equilibra a alta potência e o combustível graças à avançada tecnologia do controlador.

A marca Chicago Pneumatic também ampliou sua linha de geradores diesel móveis CPDG até os 200kVA. Incluindo originalmente cinco modelos de 9 a 40kVA, a linha foi reforçada com a adição de seis modelos de entre 60 e 200kVA.

A linha CPDG agora está disponível com uma grande variedade de combinações de barras de reboque e acoplamentos, para satisfazer as necessidades de diferentes clientes.

Aumentando a eficiência

Enquanto isso, a Bowman Power está oferecendo seu sistema Electric Turbo Compounding (ETC) para melhorar a eficiência geral de um grupo gerador estacionário a gás ou a diesel. O sistema ETC recupera a energia residual dos gases de escapamento do grupo gerador, e a converte numa potência elétrica útil.

A empresa afirma que o ETC pode reduzir o consumo de combustível entre 4% e 7%, ou permitir a produção de até 10% de potência adicional.

A Bowman oferece o sistema ETC a fabricantes de motores e grupos geradores, locadoras de geradores e a produtores independentes. Estima-se que atualmente há mais de 700 sistemas ETC em uso no mundo, gerando quase 400GW de energia, reduzindo o consumo de combustível em mais de 50 milhões de litros.

O diretor de engenharia da empresa, Paul Dowman-Tucker, afirma que a companhia trabalhou para proporcionar um produto comercialmente viável para o mercado de recuperação do calor residual. A tecnologia de conversão de energia que a Bowman emprega é amplamente utilizada em sistemas de energia solar e eólica.

A aplicação da Bowman está pensada para a indústria de geração de energia, convertendo a energia residual recuperada do escapamento de motores alternativos em energia elétrica de qualidade para a rede. “Primeiro, temos que tomar a energia dos gases de escapamento, coisa que fazemos tal como um turbo compressor, para então convertê-la em eletricidade com o alternador do gerador turbo”, afirma Dowman-Tucker.

Embora haja algumas complexidades na configuração para assegurar que a operação do motor host permaneça ótima, de acordo com a empresa a instalação do sistema ETC é relativamente simples e a recuperação do investimento pode demorar apenas dois anos.

Notícias do setor

O mercado de geradores este ano testemunhou muito movimento. Por exemplo, a fabricante norte-americana Generac investiu numa participação minoritária da PR Industrial, proprietária da marca Pramac. A transação seguiu-se ao acordo da Generac para aquisição da Pramac America em 2014.

Fundada em 1996 pela família Campinoti e com sede em Siena, Itália, a Pramac é um fabricante de geradores estacionários e móveis para uma ampla variedade de aplicações comerciais e industriais.

Enquanto isso, a Subaru apresentou planos de fechar sua divisão de produtos industriais como unidade independente, para integrá-la a seu negócio automotivo. A divisão de produtos industriais Subaru produz motores, bombas e geradores, e sua matriz, a Fuji Heavy Industries (FHI), afirmou que a mudança era efetiva desde outubro deste ano.

Já a Volvo Penta iniciou a fabricação de seus motores industriais na planta de Curitiba. São dois modelos, dirigidos ao mercado latino-americano de geradores.

Ali se criou uma nova linha de produção para a Volvo Penta, para produzir nacionalmente os modelos de 13 litros TAD-1344GE e TAD-1345GE.

João Zarpelão, diretor de motores industriais da Volvo Penta South America, explicou que o plano de negócios da companhia na América do Sul mira um maior compromisso com sócios potenciais no Equador, Bolívia e Paraguai. Atualmente, os maiores mercados da Volvo Penta na região são Argentina, Peru e Chile, afora o Brasil.

O investimento respalda as crescentes relações de negócio da Volvo Penta com os principais fabricantes de grupos geradores, uma estratégia que, segundo se afirmou, permitiu cobrir 70% do mercado baseando-se em associações. “Nosso objetivo é nos convertermos no sócio profissional preferido das empresas que operam nos segmentos de energia, construção, agricultura, portos, e mineração”, disse Zarpelão.

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