Escolher o modelo ideal de central para cada operação gera vantagens comparativas para as concreteiras. 

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Indumix

Velocidade e precisão são talvez os atributos mais importantes de uma boa central de produção de concreto. Velocidade na transferência dos materiais componentes do traço para a betoneira, e precisão para respeitar os pesos e volumes pré-definidos no traço pedido pelo cliente.

Isto significa que uma central, principalmente se for antiga, deve sempre receber manutenção em suas balanças e hidrômetros (que medirão as quantidades de cimento, agregados, aditivos e água), assim como também nos pistões e comportas que controlarão a saída dos componentes.

Se o equipamento conta, além disso, com um sistema de controle digital que ajude a manter as quantidades previstas no traço de um determinado concreto, é ainda melhor, pois significa que a empresa poderá prover concretos cada vez mais especiais e a clientes e obras. Por isso, poderá sair da média e obter contratos que compensem mais.

Especificar a central

O senso comum diz que uma só central pode resolver qualquer necessidade de concreto usinado. Ainda que seja uma verdade técnica, pode não ser uma verdade econômica.

“Uma central pode ser excelente para um tipo de obra e muito ruim para outra. Isso dependerá do espaço disponível na obra, do fluxo de entrega dos materiais componentes, de quantos metros cúbicos produzirá por hora, dos profissionais de manutenção e das peças disponíveis, e outros fatores. Como regra geral, não se deve tentar matar uma formiga com espingarda nem o leão a chinelada”, define o especialista em concreto usinado Julio César Camargo.

CONVICTA

Convicta

Os muitos fabricantes de concreto usinado têm consciência de que as “verdades” do senso comum nem sempre são o melhor caminho, e por isso oferece uma variedade de tipos de central para gerar rentabilidade em situações absolutamente diferentes.

Recentemente, na Bauma, a Schwing-Stetter, que é uma das principais marcas mundiais de central de grande porte, apresentou seu modelo M 3.0, que é uma central misturadora de altos volumes de produção, muito adequada a obras de grandes infraestruturas.

O equipamento – na realidade a M 3.0 é quase um projeto especial de produção de concreto - pode produzir até 135 m3 de concreto por hora de trabalho. Obviamente, esta seria a “espingarda” mencionada pelo especialista Camargo. Além disso, o sistema da Schwing tem misturador de duplo eixo DW 3.0. Este modelo se destaca por seus números impressionantes, e também porque não apresenta as dificuldades de montagem que em geral se associam às grandes centrais.

A M 3.0 da Schwing tem os módulos de operação pré-montados, e o sistema de funcionamento é do tipo plug&play. Isto significa que, mesmo com todo seu tamanho, a central se monta rápido e fica pronta para operação imediata.

A argentina Indumix tem também uma reputação especialmente boa no mercado da região. Seus modelos de central misturadora e dosadora atendem uma variedade quase completa de necessidades, dado que os volumes máximos de produção ode cada modelo são 40, 60, 80, 100 e 120 metros cúbicos por hora de operação.

Suas centrais a partir de 80 m3/h vêm com o software de controle de traços da norte-americana CommandAlkon, mas todos os modelos menores podem vir com softwares de controle que são projetados pela própria empresa, como opcional.

Com mais de 1 mil centrais vendidas em seus quase 30 anos de história, a Indumix ganhou fama pela solução de mobilidade de suas centrais, o que dá versatilidade à sua produção inclusive em situações de grandes volumes.

Para produzir concreto em obra

CARMIX

Carmix

Na América Latina, a utilização de autoconcreteiras está em crescimento. Não por acaso, as empresas que fabricam este tipo de máquina vêm agregando novidades a seus portfólios. É o caso da italiana Carmix, que na feira Bauma apresentou sua nova Carmix 45FX.

O equipamento tem as características fundamentais de uma autoconcreteira, funcionando como uma unidade totalmente móvel sobre chassi com quatro rodas tracionadas e dirigíveis. Uma pá insere os agregados e a areia no balão, que recebe o cimento e a água para então misturar uma quantidade máxima, neste caso, de 4,5m3.

Especialmente apreciadas no mercado peruano, as autoconcreteiras Carmix são o tipo de solução que agrada aqueles que têm que produzir pequenos volumes em obra, o que é comum entre os empreendedores do setor imobiliário, assim como entre empreiteiras de lugares mais remotos onde não haja concreteiras próximas para atender.

O modelo 45FX da Carmix tem um conjunto de quatro células de carga instaladas no balão, que enviam informação de peso dos componentes ao computador da cabine. Assim, se pode controlar o traço do concreto com precisão, garantindo um concreto de qualidade, mesmo que produzido na obra.

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