Obra tem mais de dez anos, e Lote 4, que acaba de ser concluído, tinha geologia mais complicada.

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Trabalhadores festejam conclusão da perfuração do pior lote do túnel Emisor Oriente, no México.

Em 23 de maio, a última das seis máquinas EPB tuneladoras de 8,93 metros de diâmetro completou a escavação do Lote 4 do túnel Emisor Oriente (TEO) da Cidade do México, concluindo assim a produção de 62,1 km de túneis subterrâneos na capital do país. A obra é muito simbólica, tem mais de dez anos de duração e servirá para evitar para sempre as enchentes na cidade.

“Estamos muito felizes de ter terminado com sucesso a escavação, apesar de todas as adversidades que enfrentamos, como as grandes entradas de água, as cargas hidráulicas e as mudanças verificadas na geologia ao longo do trajeto. Resolvemos tudo adaptando o modo de escavação de acordo com a geologia, a cada momento”, disse Hector Arturo Carrillo gerente de maquinário para a empreiteira Lote 4 Carso Infraestructura y Construcción (CARSO).

Apesar dos muitos desafios, a operação conseguiu um recorde de projeto de 30 metros num único dia, e um máximo também para um mês, de 528 metros. É um resultado, segundo Carrillo, que tem muito a ver com o sistema de transporte contínuo que se usou para a eliminação dos materiais. “Devemos reconhecer que as nossas taxas de avanço foram conseguidas graças ao grande design do transportador da máquina Robbins. O transportador do túnel se compôs com elementos tais como o reforçador, o cinturão vertical, os rolos de curva e a peça de avanço, assim como elementos na superfície. Pessoalmente, creio que é um sistema excelente, e admirável e que nos ajudou muito a conseguir este nível de produção na escavação do túnel”.

Esta saída foi a última e mais importante para o projeto de águas residuais que vai ficar marcado por ter enfrentado algumas das maiores complexidades geológicas já vistas num trabalho como este. O Lote 4, de 10,2 km de comprimento, que conecta o Eixo 7 ao Eixo 13 a profundidades de até 85 metros, incluía seções de rocha basáltica intercaladas com areias permeáveis sob alta pressão de água. “Nossas máquinas tiveram que passar pela pior geologia, mas foram projetadas para isso”, disse o gerente geral da Robbins México, Roberto González Ramírez.

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