O setor de transporte do Brasil vivencia uma queda na demanda por seus serviços há quatro meses consecutivos. De acordo com a Confederação Nacional dos Transportes (CNT), desde o início da pandemia, em março, o setor vem registrando menor nível de atividade.

A pesquisa de impacto setorial da CNT mostrou que em junho 74,6% das transportadoras brasileiras trabalharam menos. Do total de empresas pesquisadas, 57,2% apontaram uma retração considerada forte nos negócios.

A pesquisa também mostrou que 79,8% das empresas do setor preveem que os impactos negativos da crise sanitária perdurarão por mais quatro meses, ao menos. 26,4% delas afirmaram que poderão operar por apenas mais um mês com recursos próprios. Por isso, muitas já estão tomando dívidas para se manter na ativa. Nada menos do que 60,7% das pesquisadas apontaram queda nos seus faturamentos.

Diante disso, o setor se organiza para pedir ajuda ao governo federal, na forma de linhas especiais de crédito e desonerações tributárias durante o período da pandemia. Foram ouvidas 858 empresas de transporte de cargas e de passageiros, de todos os modais de transporte.

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