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Silvio Amorim, CEO da Schwing-Stetter do Brasil, dá as boas-vindas aos clientes.

Cerca de uma centena de clientes e distribuidores se reuniram na semana passada nas instalações da Schwing-Stetter do Brasil para celebrar o Open House 2019 da empresa, e conhecer as estratégias e novidades da empresa para a América Latina, tudo na fábrica nacional da marca, que segue ao pé da letra o padrão das unidades alemãs. Segundo Octavio Perdomo, gerente regional para América do Sul da marca, cada peça de aço usada no Brasil passa por rigorosas provas, tanto de impacto, penetração e ataque químico.

Atualmente, na fábrica brasileira, a Schwing-Stetter produz as bombas lança S32X, S36X (ambas de quatro seções de lança) e a S43SX (de cinco seções), mas agora “a empresa está agregando um novo produto a sua linha de fabricação, que é a S20, equipamento com 20 metros de alcance”, afirma Perdomo. Cada bomba produzida passa por uma etapa de provas com mais de 13 horas de bombeamento contínuo, para certificar o funcionamento.

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O público pôde ver de perto os processos de fabricação.

A instalação também é responsável pela fabricação das bombas estacionárias SP500, SP750-18, SP1000, SP2000, SPL500, SPL1000 e SPL2000, assim como os modelos de betoneira de 8 e 10 metros cúbicos AM8FHC e AM10FHC. Com relação às betoneiras, Perdomo comentou que a Schwing-Stetter lançou em 1985 seu primeiro modelo ultraleve.

Válvulas

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Vários clientes de países vizinhos foram recebidos por Octavio Perdomo.

As bombas da Schwing-Stteter usam hoje válvulas Rock, patenteadas pela empresa e que vieram para substituir uma antiga patente da companhia e que é usada hoje em dia pela maioria dos fabricantes, as válvulas S. “As válvulas Rock têm uma vida útil três vezes maior, requerem menos manutenção e vêm com manual para que sua retificação seja feita pelo próprio proprietário. Além disso, desde 2018 elas vêm reforçadas para oferecer ainda maior durabilidade”, enfatiza o executivo.

Fábrica

A fábrica de Schwing-Stetter em Mairiporã, estado de São Paulo, tem uma capacidade de produção de cerca de 800 equipamentos por ano, mas hoje está operando a cerca de 70% da capacidade, “o que nos permite estarmos prontos para quando o mercado se recuperar”, diz Perdomo.

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Octavio Perdomo (à direita) com vários de seus clientes e distribuidores.

Há alguns anos, a Scwhing-Stteter do Brasil voltou a se responsabilizar pela gestão comercial de toda a América do Sul, fazendo venda de equipamentos e serviços a toda a região. Para isso, a empresa hoje tem nesta unidade um estoque de peças de mais de US$ 5 milhões, através do qual pode atender rapidamente qualquer necessidade de seus clientes.

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