Valores para novas linhas foram anunciados, mas polêmica reacendeu.

Um total de US$ 10,6 bilhões é o valor estimado para os megaprojetos mais ambiciosos do Peru nos próximos anos: as linhas 3 e 4 do metrô de Lima. A definição de um número alto como este, no entanto, não ficou livre de polêmicas, e o diretor da Autoridade Autônoma do Trem Elétrico (AATE), Carlos Ugaz, disse que por este valor se podem construir cinco linhas de transporte de diferentes modais.

Durante um encontro sobre mobilidade urbana, competitividade e bem-estar, na Escola de Gestão Pública da Universidade do Pacífico, ele afirmou que “não é necessário encher a cidade de metrôs, e sim pensar em tecnologias distintas que se complementem segundo a demanda em cada zona da cidade”.

Como parte de um plano mestre para integrar o transporte público de Lima, Ugaz indicou que o projeto da Linha 4 seria modificado para construir apenas o trecho de maior demanda. Sendo assim, não chegaria ao aeroporto, e para esta função seria construída a Linha 6, que passaria pelos bairros nobres de Miraflores e San Isidro.

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