Invías afirma que se ão tiver novos US$ 3,2 bilhões, não completa o programa prometido pelo novo presidente.

Invias

“O Instituto Nacional de Vías (Invías) da Colômbia precisa obter mais de US$ 3,2 bilhões para levar a cabo os projetos planejados para a administração do presidente Iván Duque”, afirmou Juan Esteban Gil, diretor do Invías, em entrevista à imprensa do seu país, que se mostrou preocupado pela falta de recursos em obras consideradas essenciais. “O Invías tem quase US$ 1,28 bilhão em orçamento para este ano e para os anos seguintes tem cerca de US$ 96 milhões. Tendo em consideração isso, estamos falando de que nos faltam cerca de US$ 3,2 bilhões. Por isso é que haverá certos programas que vão ser sacrificados; quais, ainda não se sabe com clareza”, explicou ele.

Algumas das iniciativas consideradas estratégicas para a Colômbia, tais como a ponte Pumarejo, Túnel de La Línea, ou as obras de Ruta del Sol 1 e 2, teriam recursos assegurados. Não obstante, Gil reconheceu que em conjunto com o Ministério dos Transportes estão buscando novos mecanismos para financiar outros projetos importantes. “Estamos fazendo convênios com entidades territoriais e organizações financeiras territoriais. Estamos buscando fontes de financiamento através de publicidade na infraestrutura, também no uso de solos nas vias, em valorização e, inclusive, nos royalties que estão se gerando nas regiões”, afirmou Gil.

Em termos de valorização, a cobrança pelo uso de algumas estradas está incluída no Plano Nacional de Desenvolvimento (PND) que atualmente se discute no Congresso colombiano. “Devido à construção de várias rodovias, muitos terrenos estão se valorizando e é justo que os proprietários retribuam ao Estado com esses pagamentos”, asseverou Gil.

Por sua vez, o Invías está estudando instalar novos pedágios: “temos rodovias nas quais há 10 anos a gente se demorava mais de 10 horas em transitá-las e hoje apenas três horas. Isso tem economia de combustível e, inclusive, nas ocorrências de segurança”. Outro ponto a favor dos pedágios é que com “as novas concessões podem gerar uma economia de US$ 10 milhões para o país”.

Quanto ao sonhado projeto do Túnel de La Línea, Gil afirmou que “fechamos na semana passada o processo de recepção de ofertas para as obras de conclusão do projeto, que teve 12 empresas e seis consórcios entregando propostas”. Quanto à ponte Pumarejo, que atravessa o rio Magdalena próximo a Barranquilla, disse: “esperamos que esteja pronta no final do ano, depois que os prazos foram estabelecidos em dezembro do ano passado”.

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