Brazilian contractor OAS, present in 23 countries

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A OAS, terceira maior construtora do Brasil, deixou de honrar dívidas nos mercados financeiros internacionais nos últimos dias. Isso fez com que o valor de suas ações caísse a cerca de 10% do valor. Três das principais agências classificadoras de risco rebaixaram as notas de risco da empresa. Este contexto tem clara relação com a participação da OAS no caso de corrupção na Petrobras investigado pela Polícia Federal.

Na sexta-feira 2 de janeiro, a OAS havia deixado de pagar R$ 16 milhões a título e juros por papéis emitidos. Na segunda-feira dia 5 de janeiro, novamente deixou de pagar R$ 101,8 milhões. A Fitch, Moody´s e a Standard and Poor´s rebaixaram a categoria de risco da empresa nas bolsas internacionais.

Em comunicado, a OAS informou que a inadimplência é parte de um programa de reestruturação do fluxo de caixa. A ideia é vender ativos sem paralisar obras, de maneira a conseguir saldar o total de suas dívidas no futuro. A OAS deve cerca de R$ 7,9 bilhões. Metade desse valor é devido a investidores estrangeiros. Novas obrigações de pagamento da OAS vencem no fim de janeiro e em abril, de acordo com a imprensa.

Além de ser uma das maiores construtoras do país, a OAS também é concessionária de infraestruturas, através de sua participação na Invepar. Por exemplo, ela controla parte das concessões do aeroporto de Guarulhos e do metrô do Rio de Janeiro.

Denunciada pela Polícia Federal como uma das empresas contratistas da Petrobras que teriam participado de pagamentos de suborno para obtenção de contratos com a estatal, a OAS está recebendo com atraso por seus serviços, enquanto os bancos brasileiros já lhe criam dificuldades para financiamento.

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