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Os resultados apresentados pela Mills Estruturas e Serviços de Engenharia na Bolsa de Valores mostram sinais de recuperação gradual. No terceiro trimestre do ano, a Mills trouxe seu primeiro resultado positivo nos últimos tempos.

A lenta recuperação começou em junho, quando a economia brasileira começou a reabrir.

Com suas medidas de cortes de custos e um melhor ambiente econômico, a Mills obteve um crescimento de 19% em sua receita líquida, faturando R$ 129,4 milhões, em comparação ao terceiro trimestre de 2019. Na comparação com o segundo trimestre de 2020, o resultado foi 36,1% maior.

Considerando apenas a divisão de locação de máquinas, o crescimento no período foi de 15,3%. Com os preços se mantendo quase iguais durante a pandemia, a divisão de locação se aproveitou do contínuo defleet (venda de frota usada), e reportou EBITDA ajustado de R$ 30 milhões, 73,8% mais alto do que no segundo trimestre do ano.

A venda de parte da frota da empresa respondeu a uma baixa na taxa de utilização, pouco movimento no setor de infraestrutura do país, e a necessidade de abrir espaço para absorver as frotas da Solaris, locadora que foi adquirida pela Mills no ano passado.

A receite líquida por locação no trimestre foi de R$ 101,2 milhões, 24,8% maior do que no trimestre anterior. O bom resultado reflete o melhor nível de atividade no setor industrial e de comércio e serviços nas cidades.

A divisão de serviços à construção reportou vendas de R$ 32,6 milhões no terceiro trimestre, o que foi 89,2% maior do que no trimestre anterior.

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