Conseguir resultados de alto impacto demanda esforço, dedicação, perseverança e muito compromisso. Todos estes ingredientes estão presentes na fórmula da E2E, para melhorar processos e otimizar a produção. A empresa de soluções construtivas de alta precisão está 100% enfocada em seu trabalho de planta, fazendo medições e planejando melhorias. A gestão é guiada por ao menos cinco eixos: segurança, produtividade, custos, controle de qualidade e inovação.

Embora a empresa tenha recentemente feito um ano de operação, na E2E começamos com o pé direito, preocupando-nos em calcular com a máxima precisão quando acelerar a fim de alcançar a maior produtividade. “É um processo que tínhamos que conhecer e adaptar a nossa realidade. Com base nisso, tomamos várias decisões, como medir a porcentagem da produção teórica da planta”, lembra o chefe de operações da E2E, Ronald Castillo.

Com o treinamento e a engenharia, a empresa que busca melhorar a habitabilidade no Chile chegou a níveis de produção que, normalmente, se alcançam em três ou quatro anos de funcionamento. “É uma fábrica que, em teoria, poderia chegar à produção de 1,5 casa por turno”, afirma o executivo.

Assim, com os olhos postos na produtividade, começaram a tirar proveito da automação. Como verdadeiros atletas, os operadores conseguiram duplicar as velocidades de deslocamento linear e a quantidade de pregos, parafusos e grampos por minutos que são instalados, graças à pesquisa sobre as capacidades das máquinas e aplicação de metodologia.

Tática e estratégia

“A metodologia LEAN não é algo que se implemente de uma hora para outra. Temos um ano trabalhando com ela e, no início deste ano, começamos a ter dados muito certeiros. Em dezembro começamos a medir de uma maneira muito estrita todos os nossos processos: qualidade, segurança, produtividade, tempos mortos etc. E depois de três ou quatro meses de medição super estrita, e de ter feito um benchmark com uma planta da Arauco, reunimos muitas ideias e implementamos rapidamente muitas ferramentas da metodologia”, explica Ronald Castillo.

Outro dos indicadores estrela para a E2E é o OEE, sigla para Overall Equipment Effectiveness, ou seja, efetividade total dos equipamentos. “Existem várias formas de se comparar com outras fábricas, mas geralmente se comparam indicadores específicos: produtividade, metros quadrados por minuto ou custos. A graça do OEE é que tanto faz o ramo de trabalho da empresa, é um valor comparativo para diferentes plantas. O indicador mede produtividade, disponibilidade das máquinas e qualidade, três coisas que formam uma porcentagem comparável em qualquer setor”, diz o engenheiro.

Assim, foram gerados os relatórios que tomaram o pulso da fábrica, em aspectos como segurança e qualidade, mas que também permitiam testar seus dois projetos principais: Casablanda, na região de Valparaíso, e o Edifício Horizonte del Pacífico, na região de Bíobío. Cerca de 50 pontos foram medidos ao longo de todo o processo, buscando que as “não conformidades” não superassem os 5%, a fim de evitar os retrabalhos.

Os tempos mortos também foram considerados, pois eles podem aparecer em qualquer planta por problemas de desenho, erros nos arquivos ou nos planejamentos, por quebra de estoque, ou simplesmente porque o operador não seguiu o programa de produção. “O operador tem um minuto para mudar um rolo de grampos na nossa máquina principal, se demora mais, estes segundos extras são contabilizados como tempo morto na medição”, diz Castillo.

Na E2E se medem as cargas despachadas, os descartes de madeira, a manutenção da planta, a produtividade esperada, a disponibilidade, a produção em metros lineares e metros quadrados, a eficiência, os tempos primários e secundários da processadora o portal. Isto, para gerar um catálogo de produtividade por tipo de produto e estabelecer quantos são os turnos reais que se necessitam para cada projeto, e assim poder ter um planejamento que assegure os compromissos de entrega e os metros quadrados que se produzirão diariamente na linha de produção automática.

Além disso, a filosofia Kaizen já está nas veias de toda a equipe de operações. “Temos formas de fazer as coisas, e as propomos desde a equipe de direção, alinhando os objetivos da empresa com os das áreas, para chegar aos resultados esperados, e a segunda é que tornamos os operadores partícipes, de maneira que as ideias venham deles, obviamente em conexão conosco. Então, desenvolvemos estas ideias. Assim, por um lado, recolhemos toda a experiência que têm os operadores, eles se empoderam mais, e por outro lado, se dão conta de como é divertido e reconfortante para eles dar soluções aos requisitos que existem no chão de fábrica, e que estas soluções sejam escutadas”, afirma o chefe de planta da E2E.

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