A onda de investimentos experimentada pelo Chile neste ano teve a construção como protagonista. Um dos indicadores deste dinamismo é a venda de cimento e concreto. Por exemplo, as três principais cimenteiras do país (Melón, Polpaico e Bío Bío) tiveram um crescimento combinado de 5,3% em suas vendas nos primeiros seis meses do ano, obtendo receitas de US$ 477 milhões.

De acordo com a Câmara Chilena da Construção (CChC), o bom momento se confirma em números, dado que o aumento no despacho de cimento no semestre foi de 5%, e no concreto usinado foi de 6%.

Reverteu-se, assim, a tendência que se manteve nos últimos dois anos. No primeiro semestre de 2017, por exemplo, o despacho de cimento havia caído 10% no país. No primeiro semestre de 2018, o crescimento voltou tímido, apenas 1%.

O primeiro semestre de 2019 percebeu vendas de 2 milhões de toneladas de cimento no país, maior nível desde 2016, segundo a CChC. Já a venda de concreto usinado foi de 8,6 milhões de metros cúbicos no período.

Separando por empresas, a maior taxa de crescimento foi da Polpaico, com 6,8%, sendo seguida pela Melón com aumento de 5,2% e depois a Bío Bío, com 4,4%. Porém, o movimento de alta não foi suficiente para compensar a alta de custos, o que na verdade veio a reduzir o lucro das empresas entre 47% e 57%. O aumento no custo de matérias primas importadas e na distribuição, devido ao maior preço do diesel de caminhão, impactaram negativamente.

 

 

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