A Linha Amarela custou mais de US$ 750 milhões, e já está pronto para funcionar.

Línea amarilla

A linha amarela de Lima.

A construtora francesa Vinci anunciou que está pronto para operação regular o projeto viário Linha Amarela de Lima, no Peru, que demandou investimentos de mais de US$ 760 milhões. Agora, a prefeitura da capital peruana inicia o processo de recepção da obra.

O projeto, composto por dez viadutos e um túnel de 1,8 km de comprimento que passa embaixo do rio Rímac, foi objeto de concessão há nove anos à brasileira OAS. Após a chegada ao poder da prefeita de Lima Susana Villarán, a promessa era entregar a obra em 2014. Entretanto, houve atrasos. Diante disso, a Vinci Highways adquiriu 100% das ações da Lamsac, concessionária da Linha Amarela, em dezembro de 2016, pelo valor aproximado de US$ 1,7 bilhão.

“A Lamsac está trabalhando com a capital do Peru no processo de recepção da obra, para que a megaestrutura viária contribua para melhorar a mobilidade dos peruanos e dar fluidez ao trânsito no centro de Lima”, afirmou a empresa francesa em comunicado.

Sobre a penalidade que a prefeitura de Lima cobra sobre a concessionária por atraso na entrega da obra, de US$ 4 milhões, fontes ouvidas pelo diário econômico peruano Gestión disseram esperar que a questão se solucione dentro do marco do contrato.

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