Loma Negra

A cimenteira argentina Loma Negra deixou de produzir o insumo em duas de suas plantas ao longo do último ano. Em junho, a empresa fechou a fábrica de Barker, província de Buenos Aires, enquanto agora foi a vez de paralisar a unidade de Rivadavia, província de San Juan. Assim, de dez fábricas no país, a Loma Negra passa a ter oito fábricas ativas.

Um representante da Associação Operária Mineira da Argentina, sindicato onde se filiam os trabalhadores do cimento, falou sobre a opção da empresa. Ivan Malla disse que “na fábrica não se fará mais cimento, o clínquer será levado à fábrica de Frías, a 600 quilômetros. Em San Juan só haverá moenda e ensacamento. Em princípio, a empresa ia demitir 40 trabalhadores e nós conseguimos que fossem apenas 14 demissões, cinco transferências a Frías e quatro pré-aposentadorias”. O sindicalista afirmou que as decisões de fechar unidades lhes traz incerteza, principalmente porque no primeiro semestre de 2019, a Loma Negra teve crescimento de 134,5% nas vendas.

Hoje, a Loma Negra tem 3.880 trabalhadores, oito fábricas ativas de cimento (Catamarca, Neuquén, Zapala, Ramallo, Vicente Casares, Sierras Bayas, Olavarría e Lamalí). A elas se somam seis unidades produtoras de concreto (San Lorenzo, Rosario, Don Torcuato, Estación Sola, Campaña e Lavallol). A empresa tem também depósitos e/ou armazéns em San Juan, Barker, Resistencia e Paraná.

Nem tudo são notícias ruins na Loma Negra, já que enquanto fecha duas fábricas, a empresa mantém a construção da planta de Lamali 2, em Olavarría, onde se produzirá cimento a ponto de aumentar a capacidade de produção total em 40%.

Newsletters

O Informativo Semanal de Construção conta com as últimas notícias da indústria mundial, proporcionando uma grande quantidade de informação aos profi ssionais da construção.

Inscreva-se grátis

Newsletters

O Informativo Semanal de Construção conta com as últimas notícias da indústria mundial, proporcionando uma grande quantidade de informação aos profi ssionais da construção.

Vá a Newsletters