A JLG reuniu seus clientes, amigos e a imprensa especializada internacional na semana passada para festejar um ponto muito importante de sua história: os 20 anos de presença no mercado brasileiro. Nestes 20 anos, a fabricante de plataformas de acesso aéreo consolidou sua posição, mantendo-se sempre na liderança do mercado. Sentiu a crise que devastou a economia brasileira, mas se manteve e agora com uma grande celebração em Itatiba, São Paulo, celebrou a recuperação que se avizinha.

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JLG recebeu clientes e amigos em um hotel fazenda do interior de São Paulo para celebrar seus 20 anos no país.

E o fez com vários anúncios de novidades para o mercado. Como sempre na indústria de plataformas, a segurança está no centro das preocupações, o que se revelou com o lançamento do sistema SkySense da JLG.

Basicamente, o SkySense é um jogo de sensores instalados ao redor do cesto de operação da plataforma, que faz com que a aproximação a um obstáculo físico gere um alarme para o operador. Quando a aproximação passa de um certo ponto, o equipamento paralisa a ação e o operador deve acionar o prosseguimento manualmente, deixando assim pouca possibilidade de uma desatenção que levaria a um acidente.

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Com o aplicativo de controle de plataformas tesoura, o operador pode movimentar a máquina de fora dela.

Outra importante novidade para o mercado brasileiro foi o lançamento do app de controle remoto de movimento da plataforma através de um dispositivo móvel. Com este aplicativo, o operador já não terá que estar sobre a plataforma para movê-la, o que lhe possibilitará acioná-la com mais velocidade e liberdade de movimento, além de aumentar seu grau de segurança pessoal ao longo da operação. O dispositivo é um opcional para as novas plataformas da Série R (que são as tesouras 2632R e 3246R), e também pode ser instalado em máquinas previamente adquiridas, através do pós-venda da JLG.

A família R de plataformas tesoura da JLG recebeu atualizações interessantes, como é o caso do sistema “variable tilt”, que permite trabalhar em inclinações mais agudas com uma compensação do equipamento, o que aumentou o envelope de trabalho de vários modelos de plataforma.

Mercado

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Começam a surgir nichos de mercado no país, como o de plataformas compactas sobre esteiras.

Já existe um consenso de que o mercado do Brasil voltou a se ativar. Entretanto, todos estão conscientes de que se trata de uma recuperação lenta, e que agora não será um mercado de números excepcionais como antes.

Mike Brown, vice-presidente da JLG para o mercado da América Latina, disse em entrevista com a imprensa especializada que “temos que estar não só nos momentos bons, mas sim também nos momentos maus. Foi o que aconteceu no Brasil. Tivemos a grande sorte de estar aqui uns anos antes da crise, para nos prepararmos e crescer como organização. E aproveitamos isto, foram anos fantásticos. Chegou a crise, muito inesperadamente, e tivemos que nos reorganizar duas vezes para estar aqui agora. Não nos reduzimos tanto quanto outros competidores, deixando aqui 35 pessoas. Em um mercado que se havia reduzido em 90%”.

O executivo advertiu que o retorno do mercado é certo, mas não indica um crescimento excepcional. “Opinamos que o tamanho do mercado será de cerca de 10 mil máquinas a mais. Nós calculamos hoje o mercado em cerca de 30 mil máquinas. Mas vão acontecer baixas em alguns modelos, com o que, se passarmos de 30 mil para 40 mil ou 45 mil em três a cinco anos, é um ponto de vista realista”, disse.

Ecolift

A JLG apresentou também um projeto muito inovador para o mercado do Brasil, que está sendo realizado em associação com a empresa Nest Rentals, do experiente especialista do mercado de plataformas Paulo Esteves.

Esteves foi por muitos anos o principal executivo da Solaris, e depois da fusão com a Mills ele se tornou empresário e hoje tem sua própria locadora. A Nest Rentals está introduzindo no Brasil os equipamentos da JLG chamados Ecolift, para abordar o segmento de acesso a baixas alturas.

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As plataformas Ecolift dispensam bateria ou motor, são leves e portáteis, ideais para ambientes internos e ocupados.

A Ecolift é uma linha de produtos de elevação manual. Não tem bateria ou motor. São leves e portáteis. Por isso, se aplicam perfeitamente em ambientes internos, mobiliados, onde trabalhem pessoas. A elevação do cesto se dá pelo giro de uma manivela cujo sistema mecânico potencializa a força da mão.

Com asa Ecolift, a Nest Rentals está testando um novo sistema de locação que inclui até mesmo um modo vanguardista de compartilhamento de plataformas sem intermediação humana, através de totens de auto serviço de onde se pode retirar os equipamentos, pagando pelo app, e posterior entrega. Até o momento, a empresa só opera em São Paulo capital, e o sistema de aluguem compartilhado via totens ainda está em fase de testes.

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