Retomada dos mercados de caminhões e linha amarela anima siderúrgica brasileira.

Gerdau

A siderúrgica nacional Gerdau está otimista em seus principais mercados. “Estamos plenamente preparados para atender a demanda brasileira”, afirmou Gustavo Werneck, presidente da empresa. Segundo ele, “haverá continuidade na evolução da indústria e a construção civil deve começar a se recuperar”.

Além disso, a Gerdau prevê que no plano internacional haverá uma recuperação no preço do aço ao longo do ano, em função de uma previsão de alta na demanda por aços longos, como vergalhões, barras e treliças. A empresa trabalha também com as recuperações dos mercados de caminhões e linha amarela, principalmente na América do Norte, onde estão vários de seus maiores clientes. “Em relação ao mercado dos Estados Unidos, a expectativa é que a demanda por aço fique em níveis elevados, em linha com a do ano passado”, afirmou Werneck.

Por aqui na América Latina, as mais fortes expectativas ficam por conta da Colômbia e do Peru. “Esperamos fechar 2019 com um volume de produção similar ao de 2018”, disse o executivo. Em 2018, a siderúrgica produziu 15.342 milhões de toneladas de aço bruto, 4,8% menos do que 2017.

A Gerdau projeta investimentos acima de US$ 1,8 bilhão entre este ano e 2021. “Nosso foco sempre é ampliar a lucratividade das operações que a companhia já tem”, disse Weneck. O presidente da Gerdau enfatizou que mais da metade da produção de aço da marca é feita a partir de sucata. “Apenas 15% do processamento de minério requer uso de barragens”, concluiu.

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