Ideia anterior era concessionar a consórcio privado, mas agora estatal ferroviária quer participar.

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O projeto de um trem entre Santiago e Valparaíso, no Chile, até o momento tem previsão de ser levado adiante pelo consórcio entre a chilena Sigdo Koppers e a China Railways Group Limited, através de um investimento de US$ 1,6 bilhão sem subsídios estatais. Entretanto, agora a EFE, Empresa de Ferrovias do Estado do Chile, apresentou uma proposta para o projeto.

Segundo a imprensa chilena, a alternativa puramente privada estaria correndo na frente. Juan Eduardo Errázuriz, presidente da Sigdo Koppers, disse que “se o governo do Chile optar pela EFE, será válido, porém seria uma péssima decisão, dado que o governo deve priorizar investimentos em outras áreas. Nosso projeto não implica não implica nenhum tipo de subsídio estatal, estamos dispostos a perder dinheiro se nosso trabalho sair mal”.

Errázuriz, durante sua participação na 31ª reunião do Comitê Empresarial Chile Japão, afirmou que “no Chile temos muito espaço para mais estradas e não temos acesso aos portos. Nosso crescimento econômico está baseado na exportação. Então, se fecharmos o espaço aos portos e diminuirmos os acessos, vamos crescer menos. O governo chileno deveria tomar para si a bandeira do mundo ferroviário, já que será cada vez mais difícil exportar produtos levando-os aos portos por caminhão. As cidades estão crescendo e isso produz congestionamentos. É vital que existam trens de carga e também de passageiros”.

A respeito de quem executará o projeto, Errázuriz afirmou que “o Executivo prometeu enviar algumas observações sobre o projeto. Apenas quando as tenhamos recebido saberemos o que nos espera”.

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