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A Cummins informou que a sua receita no primeiro trimestre de 2019 foi de US$ 5 bilhões, 17% menor do que no mesmo período do ano passado.

A menor produção de caminhões na América do Norte e a menor demanda nos mercados mundiais de construção, mineração e geração de energia foram os motivos pelos quais a queda aconteceu.

As vendas na América do Norte caíram 16%, enquanto as receitas internacionais se reduziram em 17%, lideradas pela redução de negócios na Europa, Ásia Pacífico, América Latina, Índia e China.

O lucro EBITDA no primeiro trimestre para a companhia foi de US$ 846 milhões (16,9% das vendas), contra um lucro EBITDA de US$ 1 bilhão (17,2% da venda) há um ano.

A receita líquida no primeiro trimestre foi de US$ 511 milhões, em comparação aos US$ 663 milhões em 2019. Este número foi incrementado este ano em US$ 35 milhões devido a uma mudança na lei tributária da Índia.

“Entregamos forte rentabilidade no primeiro trimestre, respaldados pelo compromisso de nossos empregados em servir nossos clientes, e pelas ações de redução de custos que iniciamos na segunda metade de 2019”, disse o presidente e CEO Tom Linebarger. “Em meio à pandemia, a saúde e a segurança dos nossos empregados e das comunidades onde operamos é a principal prioridade. Nossas equipes estão trabalhando arduamente para respaldar a economia global, aproveitando nossa flexibilidade e nossa sólida rede de fornecedores para ajudar nossos clientes a entregar produtos essenciais e apoiar os esforços de resposta. Dado o impacto significativo que a pandemia terá na demanda em toda a nossa indústria no segundo trimestre e além, continuamos tomando medidas para reduzir os custos e aumentar a nossa já sólida liquidez”, acrescentou.

“Nos nossos 100 anos de história, encontramos várias crises imprevistas, e estou certo de que estaremos navegando com sucesso como sempre o fizemos antes, para sair mais fortes depois”, disse Linebarger.

Por negócios

Olhando-se o primeiro trimestre por unidade de negócio, o segmento de motores teve vendas de US$ 2,2 bilhões, 19% menos do que o mesmo período de 2019. O faturamento do segmento de motores para veículos on road caiu 17%, enquanto o de veículos off road caiu 23%, principalmente pela queda na demanda mundial do mercado de caminhões e construção.

No segmento de distribuição, as vendas caíram 9%, ficando em US$ 1,8 bilhão. A receita na América do Norte diminuiu 11%, e as vendas internacionais caíram 6%.

O segmento de componentes experimentou queda de 19% em relação a 2019, gerando US$ 1,5 bilhão. Na América do Norte o segmento perdeu 24% e as vendas internacionais caíram 12%, ambos devido à menor demanda entre caminhões.

O segmento de sistemas de energia realizou vendas de US$ 884 milhões, 18% menos do que no mesmo período do ano anterior. A receita entre geradores de energia caiu 8%, enquanto entre consumidores industriais caiu 30%. O novo segmento de energia reportou vendas de US$ 10 milhões.

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