Com a grande restrição orçamentária vivida tanto pelo setor público como pelo privado no Brasil, a indústria da construção resistiu a um novo ataque à sua principal fonte de financiamento para o mercado de edificações imobiliárias esta semana.

O governo federal havia anunciado a disposição de liberar a retirada dos recursos do FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço), numa tentativa de mobilizar consumo das famílias a partir da obtenção de uma renda extra. Críticos, contudo, apontavam que como grau de endividamento do consumidor ainda muito elevado, o dinheiro poderia não ter este efeito.

Se a regra do governo passasse, ficariam esvaziados os poucos recursos com que ainda conta a construção residencial no Brasil para continuar ativa.

Com a pressão da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), o governo mudou sua política e anunciou o limite de retirada do FGTS de R$ 500 por ano por trabalhador.

Assim se mantiveram os recursos necessários para continuar mantendo algum nível de atividade na construção imobiliária brasileira. O mercado imobiliário é o que previne que a construção se paralise por completo, dado que o investimento em infraestrutura hoje é praticamente inexistente.

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