A situação social que o Chile está vivendo, com inumeráveis protestos durante mais de dois meses, está tendo consequências no emprego.

Segundo um relatório da Direção do Trabalho do país, o setor da construção já despediu 65.577 colaboradores “por necessidades da empresa”, durante os primeiros 20 dias de dezembro, isto equivale a 30,9% das demissões.

A cifra já é superior ao total de demissões de novembro (62.046) e está muito acima dos cerca de 40.000, média de um mês normal. Em um mês normal, a mpedia era de quase 1.3oo demissões diárias, mas desde o início da crise, em 18 de outubro, a média é de 2.193.

No entanto, a situação não é uma surpresa. Várias entidades e especialistas na matéria anunciaram que as semanas de destruição de fontes de trabalho, dificuldade de deslocamento e horários de trabalho mais curtos, trariam perdas maciças de empregos.

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