caboco

Dívidas de 2 bilhões de bolivianos (cerca de US$ 290 milhões) mantidas em atraso por mais de sete meses estão sendo reclamadas pela Câmara Boliviana da Construção (Caboco). A entidade pede do governo uma solução definitiva e maior compromisso do ente público para com o setor.

“O diretório da Câmara Boliviana da Construção lamenta que em mais de sete meses de gestão, o Governo Nacional não teve o interesse de apoiar o melhoramento e a estabilização do setor de construção, e embora entendamos que há temas de saúde pública que são inevitáveis e urgentes, também devemos lembrar ao Governo Nacional de sua responsabilidade pela reativação da economia do país”, disse a entidade.

A pergunta colocada pela Caboco é: como o governo pretende que um setor como a construção se reative se não lhe paga?

As palavras do vice-ministro de Tesouro e Crédito Público, Carlos Ruiz, trouxeram maior incerteza ao setor. Ele afirmou que os déficits herdados do governo anterior dificultavam o cumprimento de obrigações com o setor privado por projetos que não foram devidamente pagos.

Segundo a Caboco, seria necessário revisar as cláusulas de seus contratos em que se referem a paralisação de obras, rescisões possíveis de contratos ou, em última análise, pedir aos contratantes certificação orçamentária.

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