As medidas de quarentena e distanciamento social para evitar a propagação do Covid-19 tiveram um forte impacto no setor de construção na Argentina. O setor percebeu uma contração de 46,8% em março passado, na comparação com o mesmo mês do ano passado.

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O número se soma à redução de 32,4% registrada em fevereiro, comparando-se com o mesmo mês do ano passado. Assim, analisando-se o acumulado do primeiro trimestre do ano, a construção argentina caiu 28,1% na comparação interanual.

“As limitações operacionais da indústria manufatureira, fruto do isolamento social, preventivo e obrigatório, afetaram a incidiram de forma parcial numa primeira etapa, e de maneira muito marcada ao final do período apresentado neste informe”, afirmou o instituto de estatísticas do país, o Indec.

Queda generalizada

Em março, todos os setores da produção caíram, entre eles destacam-se o segmento de aparelhos e instrumentos, com uma diminuição de 39,9%, têxteis, com contração de 35,4%, e a indústria automotiva, que caiu 34%. Um dos setores que se viu menos afetado pela situação foi o de alimentos e bebidas, que caiu apenas 2,6%.

O governo argentino prevê uma queda do PIB de 6,5% este ano no país.

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