Proyecto hidroelectrico Ituango

A empresa pública EPM, da Colômbia, vai processar construtores, interventores, projetistas e seguradoras do projeto hidroelétrico Ituango, considerado a realização mais importante de infraestrutura de energia daquele país nos últimos anos. O processo vai pedir US$ 2,6 bilhões.

A intenção da EPM é que as empresas privadas assumam a responsabilidade pelos sobrepreços do projeto e as consequências pela emergência em 2018.

“Identificou-se que muitos agentes sabiam durante o desenvolvimento da construção de que havia problemas a resolver antes da entrada em operação, e que as recomendações, decisões e ações tomadas trouxeram consigo um risco que posteriormente conduziu ao colapso da galeria de desvio auxiliar, obrigando a um manejo sem precedentes dos riscos ambientais, sociais e de infraestrutura, pelo sinistro no interior da caverna de transformadores e casa de máquinas”, afirmou o gerente da EPM, Álvaro Rendón.

De acordo com a EPM, “este processo tardará três meses e sua duração máxima será até 10 de novembro. Se fracassar a conciliação, a jurisdição do contencioso administrativo irá dirimir a controvérsia econômica entre a EPM e os consórcios”.

As partes demandadas no processo são: Consorcio Generación Ituango (constituído por Integral S.A. e Geotécnicas Solingral S.A.), Consorcio CCC Ituango (conformado por Camargo Corrêa, Conconcreto, Coninsa Ramon H. S.A.), Consorcio Ingetec Sedic (conformado por Ingetec S.A. e Sedic S.A.), Seguros Generales Suramericana S.A. e Chubb Seguros.

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