O Chile vive dias complicados. O movimento cidadão que se levantou em protesto exigindo direitos sociais e mudanças na administração pública vem gerando distúrbios massivos, afetando a economia do país e o funcionamento normal de alguns órgãos públicos. Entre eles, o Sistema de Avaliação Ambiental.

Segundo a agência BNAmericas, são mais de 400 projetos, cujos investimentos envolvidos seriam de cerca de US$ 37 bilhões, que tiveram suas avaliações ambientais adiadas. Isto em consequência da decretação do estado de emergência na maior parte das regiões do país.

Las manifestaciones han congregado a más de un millón de personas en ocasiones.

“Dos 414 projetos em avaliação por esta medida, 124 são propostas para o setor de energia, cujo valor é de US$ 14,4 bilhões, das quais 102 submeteram suas avaliações este ano, segundo dados do órgão SEA. Em segundo lugar, estão os projetos de mineração, com 58 iniciativas orçadas em US$ 11,3 bilhões. No setor imobiliário, há 79 projetos em avaliação por mais de US$ 4 bilhões no total. No caso da infraestrutura de transporte, há sete projetos por um valor de quase US$ 4 bilhões afetados pela suspensão. Um deles é o projeto de US$ 2,6 bilhões para construir a Linha 7 do metrô de Santiago. Em infraestrutura portuária, três projetos avaliados em US$ 253 milhões estão afetados. Enquanto isso, 12 projetos de infraestrutura hídrica que envolvem US$ 543 milhões se veem afetados pela suspensão, junto com 12 projetos agrícolas por um valor de US$ 229 milhões e 45 iniciativas de saneamento ambiental orçadas em US$ 690 milhões”, afirma BNAmericas.

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