Objetivo é exportar gás natural liquefeito boliviano para mercados internacionais.

Puerto Ilo

Ilo, no Peru.

A Bolívia consolidará sua exportação de Gás Natural Liquefeito (GNL) através de vários países por meio da construção de uma Planta de Liquefação no Porto de Ilo, no Peru, cujo investimento original projetado em 2015 foi calculado em cerca de US$ 6 bilhões. Incluem-se aí a planta, a infraestrutura para uso do porto e parte de um corredor ferroviário bioceânico de 3.755 quilômetros que uniria Santos com Ilo, no Peru.

O ministro de hidrocarbonetos da Bolívia, Luis Sanchez, afirmou que “o objetivo desta construção em Ilo é fortalecer a venda de GNL no mercado peruano, mas principalmente em mercados ultramarinos. Hoje, projetamos um duto que é o Incahuasi-Cochabamba, Cochabamba-La Paz e de La Paz estamos muito próximos de um duto de grandes proporções para a exportação em Ilo. Há que se fazer uma planta de liquefação e ver os navios que levarão o GNL a outros continentes”.

Ilo se projeta como ponto de embarque e exportação do GNL boliviano aos mercados internacionais. Mesmo sem comentar os potenciais destinos do gás, a Bolívia estuda em torno de 100 mercados. Segundo a estatal de petróleo e gás boliviana YPFB, atualmente o GNL representa 30% da oferta de gás no mundo. A previsão para 2040, no entanto, é de que seja de 70%.

 

 

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