Hoje a Bolívia tem uma capacidade de produção de cimento de cerca de 5,8 milhões de toneladas por ano. O país produz, na prática, 4 milhões/ano, e por isso alguns especialistas recomendam que diante desta diferença o governo invista mais em projetos de infraestrutura que estão na fila por acontecer, entre os quais se destacam hidrelétricas e rodovias.

Segundo a imprensa do país, em 2018 houve equilíbrio entre consumo e produção de cimento na Bolívia, com apenas 100.000 quilos de consumo excedente em relação à produção de 3,8 milhões de toneladas.

Mas as fábricas de Soboce, Coboce, Fancesa, Itacamba e Ecebol em seu conjunto já podem produzir quase 6 milhões de toneladas. Isto, segundo o especialista em cimento e mineração José Padilla, representa uma superprodução de cimento. A fim de evitar desequilíbrio de preços no insumo, ele recomenda que o governo execute o hub aeroportuário de Viru Viru, as hidrelétricas de Rositas, Oquitas, Cachuela Esperanza e El Bala, além do terminal de porto seco em Puerto Busch e vários projetos rodoviários, entre outros. Padilla afirma que “20% do orçamento de uma obra são gastos com cimento”.

Os projetos “podem gerar maior consumo de cimento e por isso é importante que o governo veja os empréstimos que possa faze, ou a atração de empresa privadas ou alianças público-privadas para que estas obras se façam”.

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