Cimenteira colombiana investe pesado em sustentabilidade na produção.

Vela argos cartagena

Fábrica da Argos em Cartagena.

O chamado coprocessamento de resíduos sólidos para fabricação de cimento se tornou uma tendência nesta indústria, e os benefícios são tamanhos que já não têm caminho de volta. Assim, a Argos, maior cimenteira da Colômbia, aumentou em 200% sua capacidade de coprocessamento através de um investimento na planta mais simbólica entre suas unidades dentro do país: a fábrica de Cartagena de Índias.

Ali, a unidade está agora adaptada para manipular combustíveis alternativos para o forno de clínquer, que é o produto da mistura de argila com calcário em um forno de altas temperaturas. A queima destes materiais usualmente se fazia com combustível fóssil, mas o coprocessamento põe os resíduos sólidos (principalmente pneus velhos) para queimar em lugar do diesel.

O início da operação de coprocessamento em Cartagena fez com que a Argos se tornasse capaz de coprocessar em 2018 um total de 75 mil toneladas de materiais que, se não fosse por este sistema, iriam parar em aterros sanitários. Apenas na Colômbia, foram 1,5 milhão de pneus usados que deixaram de ir para aterros e foram queimar em fornos da cimenteira Argos.

Os gases da queima dos pneus encontram filtros internos que fazem com que as emissões sejam muito mais reduzidas em comparação com a disposição a céu aberto e, eventualmente, sua queima para abrir espaço nos aterros sanitários.

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