O governo argentino anunciou seu plano de obras públicas para dinamizar a economia do país e recuperar o nível de atividade, que caiu brutalmente com a pandemia do Coronavírus.

O plano Argentina Construye prevê um investimento federal de cerca de US$ 410 milhões em obras de moradia, infraestrutura sanitária mobiliário urbano, em coordenação com os governos provinciais e municipais, além de organizações comunitárias de cidadãos.

O Argentina Construye quer criar um total de 750 mil novos postos de trabalho na economia do país com a realização destas obras. As províncias de Formosa, Misiones, Santa Fe, Chaco, La Rioja, Santa Cruz, Entre Ríos e Buenos Aires já firmaram convênio para receber os recursos. Nos próximos dias as demais províncias e a cidade de Buenos Aires devem assinar também.

O número de moradias que se prevê construir através desta iniciativa é de 5 mil, mas além das novas unidades, o plano deverá investir em reforma de unidades residenciais em más condições. Os agentes econômicos serão locais, como pequenas e médias empresas, cooperativas, sindicatos ou governos dos lugares que recebam os recursos.

Com isso, a Argentina se soma ao grupo de países que escolher combater a recessão econômica gerada pela pandemia por meio de obras de infraestrutura. A opção é considerada uma saída clássica de recessões desde quando o presidente norte-americano Franklin Delano Roosevelt promoveu o primeiro plano deste tipo para reativar a economia dos EUA após a grande crise de 1929. Conhecido como New Deal, o programa conseguiu trazer milhões de volta ao trabalho e gerar renda suficiente para recuperar o ciclo econômico do país à época.

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