Uma oportunidade imperdível

By Clarise Ardúz10 May 2013

CTLA

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Diversos dos melhores palestrantes internacionais da indústria de guindastes e transporte pesado confirmaram sua presença na segunda edição da Conferência Internacional de Guindastes e Transportes para a América Latina, evento organizado pelo Grupo KHL, empresa editora da revista Construção Latino-Americana, e que será realizado em São Paulo, Brasil, no dia 4 de junho.

Apesar da crise econômica mundial, o Brasil continua sendo um mercado em contínuo crescimento e especialmente forte para a construção. Considerando apenas os eventos esportivos, que o país sediará nos próximos anos, já exigem enormes investimentos. Além disso, o Governo está sob pressão para melhorar sua infraestrutura e existem já planejados e em execução uma centena de projetos a longo prazo, como aeroportos, rodovias, centrais geradoras de energia, indústrias e desenvolvimento de campos petroleiros e portos, entre outros planos. Outro tema que merece destaque é que as autoridades estão suavizando a tradicional oposição ao financiamento privado para iniciativas deste tipo.

A conferência, que este ano terá como gancho a execução de diversos projetos, será realizada no hotel Tívoli, um dia antes da abertura da feira Construction Expo e reunirá altos executivos e diretores do mundo todo que tenham interesse na indústria de guindastes e transporte pesado na América Latina e, principalmente, no Brasil. O evento conta com o apoio de importantes organizações brasileiras como a Sobratema e o Sindipesa.

Palestrantes

Entre os palestrantes que participarão da Conferência Internacional de Guindastes e Transporte para a América Latina, está Terry Emmert, presidente da Emmert International, empresa líder no mercado norte-americano de transporte pesado e aparelhagem. O executivo vai tratar de um dos projetos mais recentes de sua empresa.

Junto com Emmert, também estarão presentes executivos sênior de outras três grandes companhias: David Rodrigues, diretor comercial da Makro Engenharia, do Brasil, e Javier Martínez, diretor executivo da inglesa ALE para a Espanha e América Latina. Ambos vão falar sobre grandes projetos executados por suas empresas. Além disso, Simão Marcelino Da Silva Tuma, consultor da Al Arez Consultoria e Engenharia ltda., que trabalhou durante mais de 30 anos na estatal Petrobras e atua hoje como consultor, vai falar sobre os desafios que enfrentam as indústrias de elevação e de transporte pesado em um mercado crescente como o brasileiro, especialmente focado no que se refere à segurança e regulamentação.

O programa também inclui conferências(*) relacionadas com:

* A economia global da construção, com destaque para o Brasil

* Temas críticos que enfrenta a indústria de guindastes e transporte pesado na região

* Novas diretrizes para a construção segura de turbinas eólicas

* Últimos enfoques para a certificação de operadores

* Como melhorar a cooperação entre os fabricantes e os usuários finais?

A conferência será presidida por Helen Joyce, chefe da sucursal brasileira da revista britânica The Economist. Helen também será a responsável pelo discurso de abertura.

Panorama

Apesar de que ultimamente o desempenho econômico brasileiro não tem sido tão brilhante como era esperado por estar dentro dos países de mais rápido desenvolvimento do BRIC (Brasil, Rússia, Índia, China), o panorama está longe de ser escuro. Depois de seis trimestres consecutivos de crescimento inferior à tendência, a economia brasileira parece estar se recuperando lentamente. No quarto trimestre de 2012, corrigida de sazonalidade, a produção aumentou 0,6% em comparação com o trimestre anterior e 1,4% com relação ao mesmo trimestre de 2011.

O que fica muito claro é que ainda falta muito por fazer. Muitos economistas e líderes empresariais acreditam que para manter o progresso econômico do país é essencial alcançar uma melhoria considerável de sua infraestrutura, o que não tem sido fácil para o Governo. Esse assunto recebeu destaque em um relatório da empresa internacional de contabilidade KPMG, que se referiu ao "dilema que o Governo enfrenta entre melhorar a qualidade e eficiência do gasto governamental, a grande necessidade de um investimento público contínuo - principalmente na infraestrutura do país-, e a necessidade de aliviar as taxas de juros e inflação, assim como reverter a apreciação da moeda brasileira".

"O enorme tamanho do Brasil e seus desafios geográficos conduzem a grandes diferenças regionais e ao subdesenvolvimento de ativos chave como a rede ferroviária. A economia, que cresce continuamente, tropeça com limitantes de transporte", diz no documento.

Mas o país está respondendo. A companhia de pesquisa de mercado, Global Insight, prevê gastos em infraestrutura por mais de US$140 bilhões até 2020.

Por sua vez, um informe recente da Global Construction Perspectives and Oxford Economics prevê que a produção da construção crescerá 3% por ano, em média, entre 2015 e 2020. Apesar de que isso implica uma desaceleração em comparação com a rápida expansão dos últimos anos, ainda marca um rendimento muito mais forte que na maioria das outras regiões do mundo.

No entanto, o crescimento acarreta seus próprios problemas e alguns desses aspectos enfrentados pela indústria de guindastes e transporte pesado serão a base para outro palestrante da conferência. João Batista Dominici, vice-presidente executivo do Sindipesa (Sindicato Nacional de Empresas de Transporte e Movimento de Cargas Pesadas e Excepcionais) quem trará não apenas a necessidade de investimento em infraestrutura, mas também sobre as regulamentações do país, junto com temas relacionados com a formação e a segurança.

* A programação está sujeita a mudanças.

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