Regular sem exagerar

By Michael Rohmeder26 January 2016

Existe la necesidad de una mayor regulación en plataformas de trabajo aéreo, sin embargo, hay que te

Existe la necesidad de una mayor regulación en plataformas de trabajo aéreo, sin embargo, hay que tener cuidado con las posibles exageraciones

As plataformas de trabalho aéreo e equipamentos de elevação vêm ganhando popularidade entre as empresas de locação e empreiteiras da América Latina. As plataformas aéreas são tentadoras: se trabalha mais rápido e de maneira mais produtiva que com andaimes e escadas, aumentam a segurança e se chega a maiores alturas com maior facilidade. Mas esse tipo de equipamentos de elevação pode ser muito mais perigoso do que se poderia esperar, sobretudo se se compra sem inspeção.

É alta a tentação de comprar equipamentos usados de baixa qualidade. Grande parte das plataformas aéreas usadas que chegam à América do Sul provêm de fontes europeias ou americanas. Alguns destes equipamentos são vendidos por causa de problemas técnicos. A compra de uma máquina usada que foi rigorosamente inspecionada pode significar uma diferença de preço que chega aos US$ 10 mil. Por outro lado, as máquinas que são vendidas “somente como peças”, podem custar muito menos.

Ainda que o custo inicial mais alto possa parecer elevado, as inspeções dos equipamentos podem realmente economizar às empresas de aluguel uma grande quantidade de dinheiro durante a vida útil das máquinas. Além de ter em conta a qualidade da compra, o equipamento de trabalho preparado não só é mais seguro, mas pode economizar milhares de dólares em peças e manutenção.

Devido à falta de legislação sobre segurança na América do Sul, se utilizam plataformas áreas que servem “somente como peças”, ou inclusive muitas plataformas são vendidas sem inspeção e usadas nos locais de trabalho. Isso representa riscos para a própria indústria e para os operadores dos equipamentos. Inclusive, as máquinas que parecem boas exteriormente poderiam ter falhas, ou componentes faltantes, o que arriscaria a vida dos trabalhadores. Quando acontecem os acidentes nas plataformas aéreas, cria-se uma pressão para regulamentar a indústria.

Legislação

Se forem criadas normas de segurança especiais para a indústria nos países da América do Sul, existe o risco de um excesso de regulação. Os legisladores podem exigir rigorosas e custosas provas estruturais, ou introduzir intervalos de inspeção que vão além das normas ANSI, dos EUA, e CE, da Europa. Esse risco deveria motivar as empresas a utilizar esses equipamentos a implementar diretrizes para um trabalho seguro em altura. Isso não é somente interesse na segurança, mas é uma alternativa rentável em longo prazo.

Outro risco é que legisladores limitem um determinado país a uma norma de segurança internacional. A União Europeia, Estados Unidos, Canadá e Austrália têm suas próprias normas de segurança para plataformas aéreas. Por enquanto, o equipamento usado que cumpre com alguma destas normas de segurança poderia ser importado para a América do Sul, caso a normativa alfandegária permita. Se os governos sul-americanos legislarem para uma única norma, como a CE Europeia, isso significará fechar as opções de importação para todos os demais marcados, impedindo a obtenção de preços mais competitivos mediante a compra em diferentes mercados.

Ainda que seja muito importante para a América do Sul poder continuar desenvolvendo sua própria cultura de segurança para equipamentos aéreos, as novas regulações devem ter sentido também para os negócios. Exigir qualquer certificação de segurança ocidental permitirá às empresas da América do Sul o acesso a diferentes preços e mercados sem deixar de assegurar o mais importante: a segurança dos trabalhadores e o público.

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