Projeto em Honduras tem financiamento suspenso por violências

05 April 2016

Berta Cáceres

Berta Cáceres

Os assassinatos de dois ativistas que lutavam contra um projeto de construção de uma represa no rio Gualcarque, em Honduras, levaram a que quatro fontes internacionais de financiamento tenham suspendido seus investimentos no projeto hondurenho.

Saíram do projeto Agua Zarca até o momento o fundo holandês FMO, o finlandês FinnFund, o Banco Mundial e a empresa chinesa Sinohydro.

Agua Zarca é um projeto de represamento de águas para geração de eletricidade com potencial de 22 megawatts. O povo originário Lenca está contra a iniciativa porque reclama direitos de posse sobre a terra tradicional.

Em março, os ativistas Nelson García e Berta Cáceres, integrantes do Conselho de Organizações Indígenas e Populares de Honduras foram assassinados, supostamente por suas posições políticas contra o projeto.

A empresa responsável pela represa de Agua Zarca é a Desarrollos Energéticos (DESA). Agora, o projeto tem apenas o financiamento do Banco Centro-Americano de Integração Econômica.

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