Penta elétrico

By Fausto Oliveira02 August 2016

Volvo Penta nacionaliza dos motores D13 en Brasil, para proveer al mercado de grupos electrógenos

Volvo Penta nacionaliza dos motores D13 en Brasil, para proveer al mercado de grupos electrógenos

“Este é o momento certo para investir no Brasil, porque quando o mercado voltar, estaremos prontos para participar”. Com estas palavras, o presidente da Volvo Penta para as Américas, Ron Huybers, anunciou à imprensa especializada a novidade da marca de motores do grupo sueco: a fábrica de Curitiba já produz dois modelos de seus motores D13, com o objetivo de ganhar mercado entre os fabricantes de grupos geradores.

A unidade já estava mais do que preparada para receber esta nova responsabilidade. Desde fins da década de 70, quando a Volvo abriu a fábrica em Curitiba para produzir ônibus e caminhões, a linha de produção de motores para estes veículos também entrou em funcionamento. Agora, com a entrada da Penta, marca de motores náuticos e industriais do grupo, a adaptação da linha é suave e sem traumas.

Os motores D13 da Volvo Penta são específicos para grupos geradores elétricos. A decisão comercial se baseou em necessidades de energia de agora e do futuro próximo, tanto do Brasil como dos países vizinhos, onde através de uma rede de 40 empresas distribuidoras e 120 pontos de serviço, a Volvo Penta também fará chegar estes motores.

De acordo com o presidente da Volvo Penta para a América do Sul, Gabriel Barsalini, “a capacidade geração de energia do Brasil chegou ao limite, e se não fosse pela recessão, teríamos apagões. Nosso déficit de energia está em 60 TW/h, e o projetado para 2021 é um déficit de 115 TW/h”. No restante da América Latina, a situação não é muito diferente. Este contexto, na visão dos executivos da marca, abre uma imensa oportunidade. Isso porque o uso de geradores elétricos deverá aumentar exponencialmente. Os mercados finais visados pela companhia são geradores elétricos para indústrias, hospitais e outros serviços de emergência.

A participação atual da Volvo Penta no mercado de motores industriais para geração elétrica está em 6% de um total de 8,9 mil motores na América do Sul (2015). A intenção é manter esta participação em 2016, estimando um crescimento negativo do mercado para 7,5 mil motores, na pior hipótese. Ou seja, crescer na queda do mercado, se aproveitando das vantagens da fabricação local.

Os motores

São dois modelos: TAD-1344GE e TAD-1345GE. Ambos dão Tier 2 e têm capacidade de 13 litros. Com relação ao problema das emissões de gases poluentes, a Volvo Penta garante que, uma vez que as normas de controle de gases da América Latina se desenvolverem, seus motores D13 estarão preparados para filtrar mais as emissões, subindo aos níveis superiores com poucas adaptações.

Entre as características técnicas mais interessantes dos motores agora fabricados no Brasil, ae empresa destaca a economia de combustível. Um cálculo apresentado pelos executivos da Volvo Penta promete uma economia de até 5%.

A hipótese demonstrada compreendia um motor D13 trabalhando a 75% de sua capacidade por cinco anos, a um nível de 750 horas por ano e consumindo 46 litros por hora de serviço. O cálculo foi feito para a realidade brasileira e previu um preço do diesel a R$ 2,90 o litro.

Nesta equação, o consumo total do motor neste período significaria um gasto em combustível de R$ 500.250. O que, de acordo com os especialistas da Volvo Penta, é um custo 5% menor do que o custo de motores similares de geração de energia, trabalhando em condições semelhantes.

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