CBIC: construção cai 2,8% em 2020

22 December 2020

A Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) apresentou o resultado do setor para 2020, com dados consolidados dos primeiros dez meses do ano. Embora o ano não tenha sido o desastre que se anunciava em março, o setor termina com queda de 2,8% em comparação com 2019, e perspectivas moderadamente positivas para 2021.

Por ter sido considerada atividade essencial, a construção no Brasil teve resultado muito melhor do que o esperado no início do ano, quando as estimativas de queda eram de 11%.

De fato, o setor gerou 138.409 vagas de trabalho entre janeiro e outubro, o que foi seu melhor resultado desde 2013, quando foram criados 207.787 empregos formais.

De acordo com a entidade, o terceiro trimestre do ano viu a atividade chegar ao nível de 2007. Em outro dado entregue pela CBIC, fica-se sabendo que a atividade está 36% abaixo do nível registrado em 2014, que foi seu pico histórico.

Para José Carlos Martins, presidente da CBIC, é necessário que o governo continue com seus planos de concessões e outros elementos, como os projetos oriundos do Novo Marco do Saneamento e o prometido novo programa de moradia social, Casa Verde e Amarela.

Entre os problemas que podem afetar o desempenho setorial em 2021 está a alta dos preços de insumos. De acordo com a CBIC, entre janeiro e novembro os insumos tiveram alta média de 17,7%. Alguns chegaram a subir 50%.

A CBIC trabalha com a hipótese de uma queda de 4,41% no PIB deste ano, e a construção terá queda de 2,8%. A entidade afirma que a expectativa para o PIB de 2021 é positiva, de crescimento de 3,5%, e que o PIB do setor cresça 4%. “Estamos otimistas, mas conservadores”, disse o presidente da entidade.

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