Atlas Copco tem portfólio amplo de bombas submersíveis

Motobombas da companhia apresentam alta resistência ao desgaste

A venda de motobombas é a mais recente operação da Atlas Copco no Brasil. A empresa já conta com linha para atender desde locadores a clientes de construção, mineração, estações de tratamento de água e esgoto e até administradores de condomínios. Inicialmente, são trinta modelos de bombas submersíveis disponíveis em três grupos, sendo a linha D, para drenagem, a S para bombeamento de lodo e a L para dragagem, que inclusive podem ser empregadas em portos.

Foto: Atlas Copco

Dentre os diferenciais das motobombas da Atlas Copco, a linha D destaca-se pela alta vazão, até 1.300 m³/hora, possui gravidade específica de até 1.1. Esse modelo tem capacidade para manipular sólidos de até 1.3 cm, com ph de 5 até 8. A linha S é específica para bombeamento de lodo e conta com descarga inferior, operando com gravidade específica de até 1.4. Essa solução pode manipular sólidos de até 5 cm, com ph de 8 a 5.

Já os equipamentos de dragagem (linha L) contam com um agitador para levantar sólidos sedimentados e peças com alta resistência à abrasão, em decorrência do elevado teor de cromo. Essa linha é diferenciada pela capacidade de bombeamento fluidos com até 70% sólidos e 30% de água, pela gravidade específica de até 1.7, além de suportar ph de 2 a 10.

De forma geral, as motobombas da companhia apresentam alta resistência ao desgaste, o que aumenta a vida útil do equipamento, evitando paradas não programadas, mesmo em bombeamento de materiais abrasivos. O peso desses equipamentos é outro diferencial. “Nosso design conseguiu deixar as soluções Weda 40% mais leves, dispensando equipamentos especiais para transporte e movimentação”, explica o gerente Nacional de Desenvolvimento de Negócios, Roberto Horii.

“A portabilidade das bombas submersíveis Atlas Copco, combinada ao sistema plug and play, a coloca entre as melhores escolhas para quem precisa de um bombeamento ágil e rápido, de simples operação, como é o caso dos locadores, que atendem o mercado de construção, mineração, saneamento, ou para operações com demanda por uma única solução, como os condomínios. Nesse último caso, com as chuvas de verão, são comuns os alagamentos do subsolo dos empreendimentos”, analisa Horii. Ele acrescenta, por exemplo, no Rio de Janeiro, um cliente já emprega a linha Weda para contenção de alagamentos.

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