America Latina 2.0

By American Lift and Handlers and Lindsey Anderson18 October 2016

JLG ha escuchado a sus clientes de mercados emergentes y ha incorporado mejoras en sus diseños para

JLG ha escuchado a sus clientes de mercados emergentes y ha incorporado mejoras en sus diseños para satisfacer necesidades específicas de esas regiones.

Não resta dúvida de que a América Latina enfrentou desafios este ano. Os distúrbios políticos e a consequente instabilidade financeira detiveram a antes próspera economia brasileira, afetando diretamente os setores da construção, incluindo os equipamentos de locação e de trabalho aéreo. Com esse cenário – e em relação direta com a queda do Brasil - espera-se que o PIB da América Latina se contraia 0,5% em 2016, marcando assim um segundo ano de desaceleração. A instabilidade do país criou uma turbulência em toda a região, já que muitos países do entorno têm fortes relações comerciais com o Brasil.

“A desaceleração econômica da América do Sul foi causada basicamente pela recessão da economia brasileira – o país é o maior mercado da região e o sétimo na economia mundial”, sinaliza Gustavo Faria, gerente geral para a América Latina da Terex AWP. “O país continua enfrentando a incerteza política e as altas taxas de desemprego como consequência de uma demanda decrescente por quase todos os produtos industrializados (fábricas de automóveis, bens de consumo, indústria alimentícia etc.) ”, assegura.

“O setor da construção de infraestrutura sofreu demais com o recente escândalo de corrupção, o que contribuiu para uma retenção e afetou o negócio de maquinário em geral em todas as regiões do país. Isso se somou à redução da demanda chinesa por matérias-primas, que também reduziu o desempenho no setor de mineração, e afetou assim a demanda por guindastes, plataformas aéreas e equipamentos de construção”, pontua o executivo.

Para Carlos Hernández, diretor geral do Haulotte Group para a América Latina, mesmo que as dificuldades econômicas do Brasil não fossem uma surpresa total, foi sim surpreendente o quão diretamente relacionada ela estava com as indústrias da construção, da locação e do trabalho aéreo. “Quando avaliamos a região em geral, o mercado da América Latina enfrenta uma desaceleração de aproximadamente 12%”, diz Hernández. “O país mais afetado é o Brasil, com -60%”, detalha.

Brasil e seus vizinhos

Em 2013, cerca de 9 mil equipamentos entraram no mercado brasileiro. Em 2014, esse número se reduziu a quase metade, com somente 5 mil unidades. De acordo com Hernández, o mercado brasileiro caiu abruptamente no fim de 2015, quando a presidente Dilma Rousseff (que até o fechamento desta edição estava afastada do cargo com possibilidade de sofrer impeachment por acusações de manipulação do orçamento público) se reelegeu.

“Esta redução da demanda por equipamentos continua afetando negativamente a economia brasileira em 2016”, afirma Hernández. “O Brasil é o maior mercado da região em termos de plataformas de trabalho aéreo, com mais de 35 mil unidades instaladas nas frotas”.

Segundo Faria, Brasil e México juntos representam cerca de 90% do mercado de PTAs na América Latina, sendo que o Brasil representa 80% do mercado total na América do Sul. Mesmo com as recuperações de Chile e Argentina, nenhum deles terá suficiente demanda para cobrir a situação do Brasil.

“Entendemos que as empresas de locação brasileiras não investirão em novas PTAs, e por isso as vendas este ano serão mais difíceis que no ano passado”, explica Faria. “As poucas compras que estão acontecendo são de máquinas em estoque já existente. Esperamos que o mercado inicie sua recuperação depois dos próximos seis meses, já que acreditamos que o presidente argentino, Mauricio Macri, colocará em marcha um projeto massivo de privatização para o setor da construção de infraestrutura no país, mas apenas em três ou quatro anos o mercado começará a chegar no nível de 2014”, adverte.

A locadora Fimatec, que fica no Rio de Janeiro, concorda com o fato de que é um tempo difícil para fazer negócios no Brasil. “A desaceleração econômica é a pior em três décadas”, disse Hélio Yomura Jr., gerente de vendas da empresa. “A falta de investimento, a alta inflação e o aumento da taxa de desemprego são uma combinação fatal que afeta nosso negócio”, completa.

A Fimatec se associou recentemente com a fabricante canadense Skyjack para distribuir seus produtos no Brasil, associação que se deu em um cenário de aumento nas esperanças de investimento internacional em infraestrutura, que se produziria de acordo com informes da indústria. Assim, os estados da Fimatec, Rio de Janeiro e Espírito Santo, sentiram a contração. "Na minha área, não existem regiões que estejam bem", disse Yomura Jr.

Pontos de crescimento

As áreas com potencial de crescimento variam de acordo com cada região. Por um lado, a indústria de mineração é um dos principais pilares da economia do Peru e do Chile, explica Diana Serna-Serrano, gerente de comunicações de marketing da JLG para a América Latina.

Por sua vez, “os setores da construção e infraestrutura no Chile, Peru e Colômbia crescerão constantemente à medida que estes países construam e ampliem aeroportos e estradas”, diz a executiva.

Outro setor de crescimento é o energético. Os países mais atrativos neste aspecto são o México, o Brasil, o Chile, o Panamá, a Nicarágua e o Peru. Na JLG, dizem que o setor industrial também está se tornando um foco de oportunidades em muitos mercados, e o agrícola está mostrando potencial de crescimento a longo prazo. Com esses setores, vem a oportunidade para a locação. Mas, assim como cada mercado é diferente dentro da região, a locação de PTAs também é.

“No cone sul, os preços de locação subiram no Chile e na Bolívia, enquanto na Argentina, no Paraguai e no Uruguai estão se experimentando tarifas baixas”, comenta Serna-Serrano. “No México, algumas regiões estão experimentando baixas taxas de locação, como no Sul, enquanto ao Norte (excluindo Las Bajas), elas estão se mantendo. No Brasil, os preços de locação se reduziram, assim como em muitos mercados da América Central e do Caribe”.

Por outro lado, Faria, da Terex AWP, comenta que o Chile conseguiu permanecer economicamente estável, “porém, depois de anos de crescimento constante, em 2015 sofreu uma desaceleração por causa da baixa nos preços internacionais do cobre. Devido à queda da demanda dos principais mercados em desenvolvimento, as expectativas de crescimento são moderadas em 2016, e mais promissoras para 2017-2020”, afirma.

Uma companhia que está investindo nesta oportunidade é a Ahern Rentals, que está abrindo a Ahern Chile, entidade de venda direta e serviços localizada em Santiago e que atenderá o mercado latino-americano.

“Esta entidade e a equipe local ajudarão a construir confiança com a base de clientes, e proporcionará a oportunidade de desempenhar um papel na educação do mercado sobre as muitas e úteis aplicações dos equipamentos de altura”, indica Mateo Elvin, CEO da Snorkel. “Em seu conjunto, a América Latina é complexa, com muitas diferenças entre os mercados individuais. Em termos de locação de equipamentos, esperamos que o Chile mostre uma tendência à alta, e se estabeleça para o crescimento futuro. Os argentinos também são otimistas com relação a 2017 e o futuro, devido à extinção das restrições de importação e à necessidade de equipamentos no setor energético. O Brasil precisará de tempo para se estabilizar antes que haja qualquer mudança significativa”, explica o executivo.

Faria comenta que o novo presidente da Argentina, Mauricio Macri, anunciou grandes mudanças na política econômica, rompendo as políticas macroeconômicas expansivas, que caracterizaram o governo anterior. “O governo de Macri espera que essas mudanças, junto com as melhorias no entorno empresarial, possam criar as condições necessárias para colocar a Argentina em uma senda de crescimento econômico a médio prazo”, disse.

Serna-Serrano da JLG também afirma o potencial da Argentina. “Como resultado da eleição do atual presidente, existe otimismo nesta liderança que está procurando restaurar a economia e as políticas do país, que permitirão que nossa indústria cresça nos próximos anos, incluindo a implementação de reformas adicionais, com o fim de ajudar a seu comércio exterior e oportunidades de investimento direto”, assinala.

Outros pontos a se destacar incluem a América Central, o México e o Peru.

“A economia do Peru se fortaleceu recentemente e se espera que o crescimento continue aumentando em 2016, impulsionado principalmente pelos investimentos em andamento na mineração”, afirma Faria. “O país experimentou um cenário econômico menos favorável em 2015, quando as previsões de crescimento foram revisadas para baixo, a 2,4%. A desaceleração do ano passado se deveu principalmente às condições econômicas internacionais adversas pela queda dos preços das matérias primas, a desaceleração chinesa e a alta do dólar”, explica.

Diversificação

As empresas que operam na América Latina, seja em importação, distribuição ou locação, todas mencionaram positivamente um país: o México.

De acordo com várias fontes, o México enfrenta um cenário de negócios totalmente diferente do Brasil e outras áreas da América Latina. O país demonstrou um forte crescimento impulsionado por diferentes setores privados, tais como a indústria automobilística, o que contribuiu para a demanda local. Hernández, da Haulotte, disse que a indústria no México experimentou um “impressionante crescimento” de 50% durante o primeiro trimestre de 2016, em comparação com o mesmo período do ano passado.

Por outro lado, Serna Serrano indica que “no México, a indústria automobilística mostra sinais de crescimento, já que alguns fabricantes de automóveis estão procurando a abertura de instalações fabris”.

Outro grande desenvolvimento no país é a construção do novo aeroporto internacional da Cidade do México.

O Grupo Aeroportuário da Cidade do México (GACM), empresa encarregada do projeto, investiu já, desde 2014, US$ 1,3 bilhão na iniciativa. A cifra representa 13,8% do valor total do projeto, que se calcula em US$9,3 bilhões.

De acordo com um relatório recente da Associação de Fabricantes de Equipamentos (AEM, por sua sigla em inglês), “a GACM publicou mais de 200 contratos relacionados com a construção do aeroporto, os quais contêm informação sobre as fases de planejamento, licitações, entrega de contratos e de execução das obras.

Dentre estes contratos, destacam-se a licitação para construir o edifício do terminal, que deve requerer um investimento de cerca de US$ 600 milhões, e a licitação para construir a pista nº 3, a um custo de cerca de US$ 14 milhões.

A GACM disse que somente esse ano vai lançar 40 licitações para o aeroporto.

Diversas fontes sinalizam que com esta iniciativa, o México também está começando a investir em locação, o que iria de mãos dadas com o crescimento de 4% do setor da construção este ano.

De volta às bases

Para a maioria, existem muitos desafios sobre como fazer negócios na América Latina, e uma das maiores preocupações é a imprevisibilidade das economias. A instabilidade monetária, a legislação de importação e aduaneira e a logística, as taxas de juros bancários e de investimento, as normas de segurança e a dificuldade geral de trabalhar no planejamento a longo prazo, fazem com que seja duro fazer negócios na América Latina.

Apesar de que a economia brasileira continue tendo problemas políticos e financeiros, existe um potencial de crescimento nos setores industrial, de logística e de manutenção. A longo prazo, o mercado está mostrando uma oportunidade na mineração e na agricultura, diz Serna-Serrano.

Outros indutores são a autossuficiência energética, a indústria têxtil, a aeroespacial, a farmacêutica, a automotiva etc.

“Uma crescente classe média que exige a construção habitacional, infraestrutura e modernização (aeroportos, portos, rodovias, hotéis e outros) e produtos manufaturados como automóveis, refrigeradores e televisores, está impulsionando o crescimento”, diz Faria. “Além disso, o Brasil é um grande país, que ainda tem muitas áreas para serem ocupadas e desenvolvidas. À medida que o cenário econômico e político do país se estabilize, vamos experimentar um crescimento sólido de novo. A história recente demonstra isso”, agrega.

Brody McFarland, vice-presidente de vendas da Snorkel e Xtreme Manufacturing na América Latina, diz que os indutores potenciais para o crescimento no mercado brasileiro incluem melhorias na normas e regulamentos de segurança, o investimento em projetos de infraestrutura, e a necessidade de mais energia, o que impulsionará a construção de usinas de geração elétrica.

“Embora haja alguns desafios, como ciclos de venda mais longos e a necessidade de compreender as diferenças culturais, sentimos que é possível resolver isso com a construção permanente de relações sólidas com o mercado regional”, diz Elvin, da Snorkel. “O mercado de locação de PTAs ainda está amadurecendo na América Latina. À medida que se adotem novas normas de segurança em cada região, as empresas privadas e os governos locais exigirão das empreiteiras a utilização de equipamentos que cumpram seus requisitos de segurança. Além disso, o acesso ao financiamento para a compra de equipamentos pode ser um desafio em alguns mercados da América Latina. À medida que aumenta a demanda, a locação proporcionará um acesso possível ao equipamento aéreo. Esperamos uma maior penetração da locação na América Latina no futuro”, afirma.

De fato, os mercados de locação e aéreo ainda são novos na América Latina. Na Terex AWP, afirma-se que o número de máquinas vendidas em um trimestre na América do Norte é mais que o total da frota existente na América Latina.

“Todos esses sinais indicam que o mercado de PTAs e manipuladores telescópicos se manterá durante os próximos 12 meses”, afirma Hernández, da Haulotte. “Não prevemos mudanças significativas nesse setor, mas por outro lado, para a segunda metade do próximo ano esperamos mudanças e veremos uma nova tendência de crescimento e um novo ciclo positivo”, agrega.

Parte deste ciclo poderia aumentar o uso de equipamentos ainda incipientes na América Latina. O mercado dos manipuladores telescópicos alcançou seu ponto máximo no Brasil em 2011, quando quase mil máquinas entraram no país. Algumas empresas de locação estão reduzindo suas frotas pela desaceleração de projetos de infraestrutura e de moradia, mas o mercado de manipuladores telescópicos nos outros países é cada vez maior, sobretudo no Chile, no Peru e na Argentina. Em geral, a maioria das empresas registrou em 2015 um mercado maior que o de 2014, e espera-se o mesmo para 2016.

“Ainda estamos vendo um aumento na adoção [de manipuladores telescópicos] nos mercados da América Latina, à medida que sua versatilidade é mais reconhecida por uma ampla gama de usuários finais”, diz Serna-Serrano. “A penetração do manipulador telescópico pode variar consideravelmente por país, dependendo de sua estabilidade econômica e política. Continuamos vendo uma demanda na construção residencial e não residencial, na mineração, agricultura e na manutenção industrial em geral. Os clientes ainda se beneficiam dos baixos custos de propriedade e do aumento de produtividade destas máquinas, assim como sua versatilidade, especialmente durante tempos difíceis”, assegura.

A Elvin está de acordo. "A locação de manipuladores telescópicos também é um mercado em crescimento. O Brasil e a Argentina são os mais familiarizados com os manipuladores telescópicos. No Chile se utiliza, mas o país ainda está começando a conhecer os benefícios de um manipulador telescópico em aplicações industriais e de construção, e em última instância, será a demanda destas empreiteiras que impulsionará o investimento em manipuladores telescópicos das empresas de locação”, afirma. O executivo agrega que “a necessidade de manipuladores telescópicos nas áreas de mineração, petróleo e gás está crescendo, o que provavelmente impulsionará uma maior demanda por manipuladores telescópicos de maior capacidade, como os Xtreme XR4030 e XR7038”.

Hernández faz eco a essa afirmação, e diz que os manipuladores telescópicos representam uma nova oportunidade, não somente para a locação, mas também para as vendas no varejo em todas as regiões. “O negócio dos telescópicos é totalmente diferente das PTAs. Os manipuladores telescópicos estão orientados principalmente aos usuários finais em vez da locação, o que se pode atribuir aos altos custos de manutenção”.

Duração

Embora no que se refira a tendências e usos, o mercado da América Latina possa ser visto como um “seguidor” de mercados mais maduros, como Estados Unidos, a vida útil que se dá aos equipamentos é marcadamente diferente na região.

“Cada mercado é diferente em suas necessidades e, portanto, as tendências podem variar”, diz Serna-Serrano. “Tendo em conta as condições econômicas atuais que estão afetando a América Latina, vemos clientes em busca de máquinas que são simples, fáceis de usar e com poucas necessidades de manutenção. A JLG desenhou os manipuladores telescópicos RS baseando-se na opinião dos clientes dos mercados emergentes, incluindo os da América Latina, que solicitaram uma máquina que era fácil de usar com uma cabine confortável, uma única alavanca de comando, e uma maior visibilidade na cabine. Os clientes queriam uma máquina com um serviço simples e de baixa manutenção, por isso ela é um item atrativo a qualquer frota de locação”, comenta.

Além disso, segundo a executiva, nota-se um aumento na preocupação pela manutenção e serviço por parte dos proprietários, que buscam ampliar a vida útil de seus equipamentos. Sua durabilidade é importante, já que a média de vida útil é mais alta na América Latina. As empresas mantêm seus equipamentos por mais de cinco e até por 10 anos em alguns casos, enquanto outras os mantêm até virarem sucata.

“O mercado da América do Norte é mais maduro”, diz Faria, que agrega que as empresas, e inclusive as pessoas, estão mais acostumadas a esse tipo de equipamentos e as vantagens que podem oferecer. “Na América do Norte, existem aplicações que não acontecem aqui, mas já se começam a ver algumas mudanças culturais. Com a menor demanda de aéreos no setor de construção, as locadoras se viram obrigadas a ampliar sua oferta a outro tipo de clientes, como manutenção viária, centros comerciais e manutenção comercial, manutenção industrial, montagem de grandes eventos, projetos artísticos e mais”, conta.

Outro aspecto interessante que Faria aponta é que “pela primeira vez na história estamos vivendo uma exportação importante de equipamentos usados do Brasil para o mercado internacional. Isso foi possível devido a duas condições: a desaceleração do mercado local criou um excesso de máquinas e os principais atores se veem obrigados a reduzir suas frotas; e a significativa desvalorização da moeda local foi favorável para a exportação destes bens, já que todas as exportações se realizam em dólares americanos”.

Segundo estimativas de Faria, até o fim deste ano, o país haverá exportado mais de 3.500 plataformas aéreas de segunda mão, ou cerca de 20% da frota local.

A Haulotte diz que enquanto a América Latina se adapta às PTAs, aos manipuladores telescópicos e à locação, o mercado emergente têm muito potencial. “Apesar de que o peso do mercado não representa muito hoje em dia, acreditamos que a região, junto com a Ásia, vai continuar aumentando a penetração das PTAs e manipuladores, e transformá-los em um hábito normal para trabalhar em altura de forma segura”, afirma Hernández. “Somos o futuro! ”

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