Alto Maipo em xeque no Chile

10 August 2017

Projeto de hidroelétrica de Alto Maipo tem até o fim do ano para achar um modelo que permita continuidade de obra.

O projeto de usina hidroelétrica Alto Maipo, no Chile, continua enfrentando dificuldades. Além do aumento de 22% nos custos do desenvolvimento, a baixa produtividade de algumas empreiteiras subcontratadas vem levando à terminação antecipada de contratos.

Agora, a controladora concessionária AES Gener anunciou o default técnico do projeto, após a saída do consórcio CNM. “Temos US$ 108 milhões em caixa, a 30 de junho, e isso deveria ser suficiente para continuar a construção enquanto chegamos a uma resolução que, esperamos, seja antes do fim do ano”, disse o gerente geral da concessionária, Javier Giorgio.

A empresa está atualmente avaliando todas as opções e se encontra negociando com empreiteiras que podem substituir o CNM. A AES assegurou que será disciplinada na hora de avaliar a conveniência de um aporte extra para tornar viável o projeto, mas descartou elevar sua dívida para levantar capital. Para uma eventual injeção de recursos, analisaria o uso de caixa e a alienação de bens.

A continuidade do projeto Alto Maipo, que teria hoje um custo aproximado de US$ 2,5 bilhões, é relevante para o sistema elétrico chileno, dado que é um dos maiores projetos de energia no país, e colocaria no sistema cerca de 531 MW.

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