A maioria das economias latino-americanas têm um longo caminho pela frente

By Scott Hazelton12 May 2021

A maioria das economias latino-americanas tem implementado importantes programas de estímulo para mitigar o impacto econômico dos bloqueios e restrições devido à pandemia. Em 2021, alguns países continuarão gastando recursos e transferindo dinheiro para os segmentos mais vulneráveis de sua população. No entanto, a maioria dos gastos de estímulo tem sido destinada a preservar a renda, não a construção pública como em recessões anteriores. Pelo lado positivo, a região se beneficiará de preços mais altos de metais, petróleo e outras matérias-primas.

Em 2020, muitos países se recorreram aos mercados de capitais internacionais em busca de financiamento: os governos recebiam taxas de juros relativamente baixas e prazos longos de empréstimos. O resultado são condições fiscais mais rígidas para muitos governos, com pouco espaço para gastos adicionais. Chile, Peru e Colômbia têm perfis de dívida administráveis. Sua dívida pública é relativamente pequena, embora tenha crescido rapidamente nos últimos dez anos. Por exemplo, as relações dívida/PIB (Produto Interno Bruto) estão próximas de 100% nas duas maiores economias da região, Argentina e Brasil.

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