Joint venture para construir parque eólico no Nordeste

By Luciana Guimaraes23 August 2021

Em pauta, a construção de um parque eólico para autogeração no Complexo Eólico Cajuína, Rio Grande do Norte, resultado da criação de uma joint venture.

A AES Brasil (AESB3) atualizou suas projeções de investimentos para o período de 2021 a 2025 após anunciar a celebração de um acordo com a BRF (BRFS3) para a construção citada.

Investimentos em 4 anos:

De 2021 a 2025, a companhia planeja investir aproximadamente R$ 3,5 bilhões, sendo aproximadamente R$ 2 bilhões para a expansão do Complexo Eólico Cajuína e R$ 918,1 milhões para projetos de ampliação no Complexo Eólico Tucano.

A nova unidade a ser construída no Complexo Eólico Cajuína terá capacidade instalada de 160 MWm, gerando 80 MWm, a serem comercializados com a BRF por meio de contrato de compra e venda de energia de 15 anos.

O investimento estimado para o desenvolvimento do parque eólico é de aproximadamente R$ 5,2 milhões por MW instalado.

A AES Brasil é uma subsidiária da AES Corporation, uma das maiores empresas de energia dos Estados Unidos. Já a BRF é uma empresa multinacional brasileira do ramo alimentício, fruto da fusão entre Sadia e Perdigão, duas das principais empresas de alimentos do Brasil.

A BRF vai injetar R$ 80 milhões, que serão desembolsados durante o desenvolvimento do projeto. A AES Brasil estima que o início de construção já deve acontecer neste ano. As operações devem começar em 2024.

Com a parceria, destacou a BRF, a companhia atenderá cerca de um terço de suas necessidades energéticas no Brasil, e evolui com sua meta de chegar a 2030 com mais de 50% da matriz energética proveniente de fontes renováveis, “além de mitigar riscos de escassez de abastecimento e operar com custos mais competitivos”.

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