Em tanto, o consumo de cimento aumentou em mais de 10%, chegando a 12 milhões de toneladas em 2017.

Caminhos, rodovias, pistas de aeroportos, pavimentação de ruas e corredores de ônibus foram alguns dos culpados do incremento do consumo de asfalto na Argentina em 2017. O consumo anual do insumo superou o último recorde, que aconteceu em 1998. De fato, os avanços do plano de infraestrutura que está sendo executado pelo Ministério de Transporte, é um dos fatores que mais influi no crescimento sustentado do consumo de asfalto rodoviário.

Cemento

Junto com o asfalto rodoviário, observa-se um crescimento do consumo de cimento no país. Em 2017 superou-se em 11,4%, alcançando 12 milhões de toneladas, um milhão a mais que em 2016. O cimento é utilizado em obra pública, aeroportos, corredores de ônibus e na construção de moradias dos âmbitos públicos e privados.

Em relação as obras rodoviárias, nos últimos 2 anos foram terminados 277 quilômetros de rodovias, pavimentaram-se 1.350 quilômetros de caminhos e foram repavimentados outros 3.500 km, obras que estão sendo executadas pelo governo. Entre os trabalhos concluídos, destacam-se o viaduto La Noria, que economiza 40 minutos de viagem em horário de maior congestão; além da rodovia Córdoba Río Cuarto, que uni as zonas de produção agropecuária. Em Misiones, no norte da Argentina, foram inauguradas uma série de rotatórias facilitando a grande quantidade de transporte das cargas comercias da zona, que acontece devido à proximidade com as fronteiras com o Brasil e o Paraguai. Por último, em Buenos Aires e outras localidades do país, foram pavimentados mais de 40 quilômetros de corredores de ônibus.