A instalação vai atender 30 milhões de passageiros anualmente em 2020.

O Aeroporto Arturo Merino Benítez de Santiago do Chile, o principal terminal aéreo do país, duplicará sua capacidade de passageiros nos próximos quatro anos, ao finalizar os trabalhos de modernização e ampliação que já começaram.

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Durante os próximos quatro anos será construído um novo terminal com mais de 200.000 metros quadrados. O projeto, que demanda um investimento de ao redor de US$900 milhões, vai aumentar a capacidade do aeroporto de 16 milhões de passageiros em 2014 para 30 milhões em 2020, com a possibilidade de expandi-la a 45 milhões de passageiros mais adiante.

A tarefa de modernizar o aeroporto seguindo padrões que sejam compatíveis com a sustentabilidade ambiental ficou nas mãos do consórcio Nuevo Pudahuel, formado pelas empresas Groupe ADP, (45%), VINCI Airports (40%) e Astaldi Concessioni (15%).

Materiais

Uma das empresas que participa na modernização do aeroporto é Knauf, uma empresa alemã líder em materiais de construção com mais de 220 fábricas em mais de 80 países e presença na Europa, Estados Unidos, América do Sul, África e Austrália.

“É um orgulho ser capaz de participar no trabalho mais importante em execução neste momento no Chile”, diz Roberto Rojas, gerente comercial da Knauf Chile. O acordo para o aeroporto equivale a um volume próximo aos 250.000 metros quadrados de placas de gesso para divisões interiores e cerca de 60.000 placas de cimento para as fachadas e outros produtos complementares, que serão fornecidos em um período de dois anos.

O sistema de fachada aplicado no aeroporto consiste em uma dupla estrutura metálica com isolamento térmico, e revestido por placas de cimento no exterior, com os complementos Aquapanel e placas de gesso Knauf no interior. Este sistema é uma solução leve de baixa espessura que consegue ao mesmo tempo um grande isolamento acústico, isolamento térmico e economia de energia importante, também cumprindo com altos padrões de proteção contra incêndio. Os sistemas Aquapanel® são 100% resistentes à água e climas adversos, duradouros e estáveis. Se adaptam muito bem a áreas com atividade sísmica devido ao seu baixo peso e flexibilidade.

Sobre sustentabilidade, as placas Aquapanel usam 50% menos de energia e até 30% menos de emissões de dióxido de carbono por metro quadrado de área de fachada, em comparação com um área similar feita em tijolos ou blocos.